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Falou muito, não disse nada!

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Sem trazer nenhuma novidade, Rodrigo Pastana falou sobre o Coritiba em entrevista a Banda B

Falou muito, não disse nada!
“Nós sabemos que podemos e vamos alcançar resultados melhores. A performance vai melhorar, apesar de não concordar que a performance está ridícula, como alguns preferem dizer!"


Havia expectativa, mas como de costume, nada de novo. O mesmo de sempre, sem objetividade, sem soluções. Seguimos com as mesmas projeções de sempre, sem nenhuma novidade.

Com espaço na Rádio Banda B, Rodrigo Pastana falou, falou e não disse absolutamente nada.

Passou pelo problema crônico de reforços, confirmou que Alan Costa pediu afastamento e terminou afirmando que agora a coisa vai.

Segundo Pastana, os 30 dias de paralização darão melhor rendimento ao time.

Finalmente, com o elenco a disposição, com o departamento médico provavelmente zerado, com todos os atletas à disposição do treinador, Pastana crê em dias melhores.

O diretor de futebol ainda respondeu perguntas sobre o trabalho de fisiologia adotado pelo clube, bastante questionado por muitos. Segundo Pastana, alguns ajustes foram feitos à rotina de trabalhos o que segundo ele, trará reflexo nas condições físicas do elenco, evitando as seguidas contusões.

Oras, se por aqui todos já sabiam que era no mínimo estranho o número grande de atletas machucados, que há anos o Coritiba precisa de reforços, que o ambiente interno não é lá dos mais favoráveis, porque só agora, funcionários do clube, (bem remunerados) para cada uma das funções, só agora conseguem perceber o óbvio?

Nestas manifestações Rodrigo Pastana, irrita ainda mais a torcida, porque coloca o torcedor como ser incapaz de raciocinar, quando diz que o rendimento do time está dentro do esperado e que “há exageros nas críticas”.

A cada manifestação deste nível, cresce o descrédito e a intolerância com dirigentes e funcionários do departamento de futebol.

Nos dá cada vez mais a certeza que o Coritiba precisa muito mais que 30 dias para arrumar a casa.

Parece que será necessário mais tempo. Quem sabe fechar as portas, limpar os gabinetes das raízes nefastas que comandam o clube há anos, virar a mesa no departamento de futebol e só depois de dar um novo ruma à gestão do clube, retomar a vida no Alto da Glória.
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