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ArquibancadaSergio Brandão

Padrão global de qualidade

Sempre que uma rede de tevê - que não seja a Globo - compra os direitos de transmissão de um evento esportivo, crio a expectativa que algo novo deve vir junto. Mas não... copiam a forma, cenário, uniforme, vinheta... tudo como a Globo faz.

Sim, estou falando da Rede Massa que transmite o Campeonato Paranaense de Futebol e podia oferecer algo mais próximo do seu próprio padrão (que não é Global). A mesma rede que nacionalmente é o SBT que também não fez nada de diferente na final da Libertadores. Algo mais popular, sei lá, mais dirigido ao público do SBT que não é o mesmo da Globo. Enfim, não sou pago pra dar ideias e nem me perguntaram o que acho disso tudo.

Pensando bem, mudar e quebrar a cabeça para quê, não é? se os clubes também não mudam e oferecem muito pouco em troca. Porque Coritiba e Maringá mostraram nesta transmissão de terça, em Arapongas, num meio de tarde, tudo menos um futebol diferente, com alguma qualidad e deixa tudo do mesmo tamanho. Equivalente ao que a tv mostrou.

O problema é que apostei em algo diferente, dos dois, do Coritiba e da Tv.


Parece que estes meses de trabalho no CT da Graciosa, já deveriam ter servido para algo e dar fim a esta conversa de falta de entrosamento. O que vi hoje contra o Maringá, não foi falta de entrosamento, foi falta de qualidade. A mesma falta de qualidade que me cansou nos últimos 10 anos.

Oremos!

Sobre o autor

Sergio Brandão
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.

Sobre o blog

Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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