Precisamos de um presidente... falta o candidato
Alguns nomes lançados até agora não foram confirmados. Renato Follador, o mais forte deles, parecia vingar, mas não decolou.
As primeiras informações parecem assustar os pretensos candidatos. Imagino que a situação em que a atual administração colocou o clube, seja o maior impedimento para justificar a ausência até aqui de uma chapa de oposição.
Não sei o tamanho da encrenca e não gostaria trabalhar apenas com suposições, ou números não divulgados oficialmente, mas não é preciso mais informações do que as que já temos para avaliar o tamanho do rombo nos cofres do Coritiba. A administração de Vilson de Andrade, vai deixar o Coritiba como os grandes... os grandes endividados do futebol brasileiro.
Além da carência de craques, agora o futebol moderno nos arrumou mais esta encrenca: a falta de dirigentes dispostos a desenterrar clubes em situação de falência.
Apenas e somente porque foge do assunto, Vilson Ribeiro de Andrade, nos deixa apenas a opção de supor. Aliás, o silêncio dos gabinetes do presidente, parece esconder algo maior.
O presidente age como se estivesse isento de se justificar diante da torcida, a quem deve satisfação. Imagino que é assim que deve pensar.
Como já disse aqui, o Coritiba não é dele, por isso é preciso que saia deste mundo do “faz de conta” e abra o jogo com quem ainda espera explicações.
Seu silêncio passa do limite e começa a me assustar, presidente. Já não sei mais o que esperar dos resultados desta auditoria - caso vingue e consiga andar e lá na frente nos dizer de fato como está a saúde financeira do clube.
A auditoria só será possível se 30 conselheiros assinarem o pedido. Será mais legítima ainda se também conseguir as assinaturas dos sócios, com direito a voto.
Se querem um Coxa forte, quem sabe este seja um caminho.
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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