Daqui pra frente é só bucha
Pois bem… o Amazonas tirou o Maringá da segunda fase da Copa do Brasil e o Águia avançou na Copa do B com goleada. Não creio ser necessário desenhar o que nos espera lá na frente, na série B.
Quanto à semifinal de domingo pelo Paranaense, em Maringá, temos duas possibilidades: encontrar os caras abalados pela desclassificação em casa na CdoB ou apostarem todas as fichas no regional, com sangue nos olhos. Se ao natural já seria uma partida difícil, as circunstâncias agora pintam um quadro ainda mais complicado.
A seleção de qualidade do que teremos daqui pra frente, é uma prévia do que teremos adiante, na B. Maringá, Operário ou Atlético não nos darão vida fácil nestas quatro partidas restantes.Sim, 4 partidas, porque não aceito nada menos que estar na final, seja com quem for.
Por isso, acho que é chegada a hora de pôr fim à rodagem proposta pelo treinador e escalar finalemente o time ideal com 11, fechando na proposta, porque por mais que os argumentos da rodagem proposta por Guto faça sentido, ainda não temos elenco para propor esta ideia.
As mudanças são aceitáveis nas emergências com problemas de condicionamento físico, contusão ou necessidade de buscar resultado. Lembro que desde a 7ª rodada do Paranaense peço mais coerência na escalação principal dos 11. Daqui pra frente, não consigo mais admitir mexidas nem na zaga nem meio e na frente.
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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