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ArquibancadaSergio Brandão

O primeiro reforço

Engraçado como muita coisa se move apenas pelo hábito, não é? Ainda pelo vício de só ter noticias do Coritiba pela mídia, embora isso possa te parecer normal, aqui em Curitiba não é mais. As coisas mudaram, ou estão mudando, mas ainda cometo alguns vícios na busca de informações.

Achei que a nova diretoria daria à torcida um presente de Natal. Ainda agora cedo, busquei nos sites de noticias, nos blogues, algo que passasse perto de alguma informação sobre contratações. Nada, nenhum sinal. Ainda insistem na falação da contratação do tal de Lucas Taylor, ex-Paraná, Criciúma, numa demonstração que quando não trabalham com fatos, qualquer movimentação vira notícia. Quero acreditar que a nova diretoria não gastaria seu tempo assim, com atleta que não vai acrescentar.

Ainda achando que posso ter alguma novidade, recorro ao site do clube, onde acredito que encontro algo. Não encontro nada.

Vamos passar o Natal da mesma forma, ainda sem um time para conjecturar. A ansiedade de saber quem vem, quem sai, quem fica, agora já passa do limite. É necessária, é urgente...muito mais aos que ficaram, quem têm a batata quente na mão para montar um novo Coritiba para 2018.

Sandro Forner disse ao COXAnautas que tudo está sendo feito com muito cuidado, mas o tempo está passando. Daqui pra frente, terão menos de 10 dias úteis para arrumar jogador para vestir a gloriosa verde e branca.

A esta altura, já não sei se não estão trabalhando com o “plano B”, coisa que perguntei tanto a Sandro como a Samir. Dia 6, a pré- temporada começa em Foz do Iguaçu e até lá suponho que um esboço de time esteja montado. Se não, iremos pro Regional, com o que tem na casa e o que tem na casa ainda não é um elenco.

Depois, logo entramos na Copa do Brasil e até lá certamente teremos uma vida mais definida.

Controlando a ansiedade, é preciso não cair no afogadilho e contratar gente para fazer média com a torcida ou trazer quem não vai servir lá na frente.

Ainda aposto em vocês, mas confesso que tá difícil de segurar as coisas sem uma, pelo menos uma contratação. A primeira delas para abrir a porteira. Um primeiro grande reforço precisa ser anunciado. Está na hora do primeiro grande barulho.

Sobre o autor

Sergio Brandão
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.

Sobre o blog

Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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