Ainda falta o conceito de elenco
Quando necessário, nem Robson e nem Potker deram conta do recado e isso no decorrer da temporada, faz diferença. As consequentes saídas - por contusão ou cartão - serão rotina mais adiante e devem se incorporar aos problemas rotineiros dos departamentos de futebol e médico.
A ideia de reposição, não necessariamente com a mesma qualidade, mas com o máximo de aproximação possível, deve ser o ideal. Do contrário, acho que vamos passar muita raiva de agora em diante.
Quanto a Robson ainda tenho minhas dúvidas, mas Potker acho que foi um grande erro. Como disse Felipe Rauen, “jogador para Série B” e olhe lá. Erros de avaliação que não são permitidos mais nos dias de hoje, principalmente se levar em conta as carências do mercado, falta de dinheiro e a paciência da torcida com estes históricos erros cometidos nas avaliações de nossos dirigentes. Qualquer um que acompanha o futebol brasileiro, sabe que Potker já vinha apresentando um futebol de qualidade bastante duvidosa, pelo menos para os padrões que propõe o nível do Coritiba para esta temporada.
Quanto a Robson, ainda quero acreditar que em algum momento possa ser um bom banco para nos salvar na falta dos nossos atacantes titulares.
A verdade é que contra o Londrina, devemos ter novamente a qualidade ofensiva que nos faltou contra o Saojoseense. Partida para ser esquecida pela torcida e sempre bem lembrada pelo comando técnico, desde que a lição tenha sido aprendida.
Por falar em Londrina, acabo de lembrar que ainda não vi uma partida convincente do Coritiba, mesmo com o time titular. Bem que esta virada de disco podia ser agora, né?
Oremos!
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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