Ainda na mesma tecla
Se Robson serve para compor banco, Potker, nem isso. Como também Vitor Luiz que ainda não convenceu. Aliás, uma "matada" de bola no primeiro tempo contra o Londrina, diz quem é o “craque” da lateral esquerda. Mas principalmente porque no conjunto da obra não justificou a sua contratação.
Estas são as nossas urgências, soluções para ontem. Porque a Copa do Brasil está aí, batendo na porta e nos últimos anos temos amargado nada além de terceira ou segunda rodada, em alguns casos nem a primeira.
Mais adiante, lá pelo Brasileirão, a conversa é outra e até mais quatro ou cinco contratações precisam ser feitas. Não temos time, tão pouco elenco, necessidade primeira para quem sonha como sonhamos pela manutenção na primeira divisão, sem sustos, como em anos anteriores.
Não é a primeira vez que entro no tema, e tão pouco estou aqui para agradar desejos pessoais, porque cada um tem a sua opinião e não precisamos concordar, até porque o Coritiba será o que os dirigentes quiserem e não o que pedimos. No máximo, conseguimos fazer um pouco de barulho.
Acredito que a atual diretoria esteja trabalhando neste sentido, porque ainda busca as soluções para deixar a casa mais azeitada, oferecendo um elenco de verdade, que navegue em águas mais calmas este ano.
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
Ver comentários (4)
