Campeão moral
Agora não faz mais diferença. Os 28, 30 ou 31 não mudam absolutamente nada. Aliás, dá até mais raiva, porque nos devolve o sabor de vitória, mas que de nada adianta, pra nada serve. Nem tira a frustração da decepção que foi esta campanha, a pior do Coxa na história dos pontos corridos.
Ou pelo menos pra virar piada, como li ontem: " Coritiba campeão moral da Libertadores". Pelo menos não perdemos o humor. Vida que segue , agora com gente nova compondo o novo grupo que pelo que se anuncia, será dividido em dois.
Aliás, a safra que está sendo anunciada, vem sendo motivo de desconfiança para muitos torcedores. Nomes conhecidos, alguns com alguma rodagem pela segundona do ano passado, sem nenhum destaque, um ou outro de qualidade mediana.
Me sobra a torcida que, passando o portal do Alto da Glória, a benção divina seja a que todos eles encarnem e que passem a jogar futebol num patamar acima do que jogaram em seus clubes recentes. Ou que o espírito de guerreiros proposto pelo presidente Follador, seja incorporado por todos.
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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