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ArquibancadaSergio Brandão

Está chegando o grande dia...

O texto abaixo, é conteúdo de um convite já disponível no Facebook. Como ele mesmo diz, é muito mais que uma partida. Um fato que marca a vida deste clube. Vista sua camisa e vá. Não tem desculpa.

No próximo dia 24 de fevereiro Dirceu Krüger completa 50 anos de Coritiba.
E vai ter festa no Couto!


Não haverá jogo, não haverá a disputa por pontos.
Mas haverá o sentimento de milhares de Coxas-Brancas em torno de um ídolo, de alguém que se dedicou durante cinco décadas pelo Clube.


Desde já convide seus amigos e familiares para fazer parte dessa história.


A torcida que se uniu para construir essa linda homenagem irá fazer dos 50 anos de relação entre o Krüger e o Coritiba um dia que ficará eternizado na história do futebol brasileiro.


Sim! Somos a primeira torcida do país a homenagear um ídolo desta maneira, com o nosso esforço e amor.


Traga a sua bandeira, vista o nosso manto sagrado e venha prestigiar esse momento!


Obs: a estátua será inaugurada ao lado da bandeira do Clube.
Após a conclusão da obra da praça, ela ficará eternizada em frente ao administrativo do Couto Pereira.

Sobre o autor

Sergio Brandão
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.

Sobre o blog

Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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