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ArquibancadaSergio Brandão

Kruger e Seleção do Centenário

Aos amigos do Blog "Arquibancada", que me acompanharam e ajudaram a desdobrar a ideia de fazer crescer uma homenagem ao nosso eterno Kruger, com uma estátua como reconhecimento a um dos maiores craques da história centenária do clube. Desta vez trago novidades, depois de um encontro com o presidente Rogério Bacellar.

Na verdade a ideia cresceu mais do que a gente podia supor. É que um amigo do blog esquentou a sugestão com uma outra ideia. Também um outro craque atravessou nosso caminho e deu um novo rumo para as coisas.

Eu explico: aproveitamos o ainda quente clima do centenário do Clube, para uma grande promoção, com participação especialmente da torcida. A promoção pode ser chamada de a "Seleção do Centenário". Do goleiro ao último atacante, do 1 ao 11. Esta promoção deve ser necessariamente em votação, durante um período estabelecido pela direção do clube, mas com participação de toda a torcida, independente de sócio ou não. Esta foi a primeira ideia levada ao nosso presidente, que conversamos no começo desta semana.

Aos sócios, a votação pode ser feita por um cupom na revista "Alma Guerreira". Os torcedores de ingresso ou eventuais, podem votar através de uma urna em dois ou três pontos nas bilheterias, em dia de jogo no Couto Pereira, ou até com uma urna fixa, na sede do clube, por um período considerado suficiente para que se chegue ao maior número possível de votantes.

Esta promoção culminaria com uma outra eleição, simultânea, que pode ser feita na mesma cédula de votação, que é a do "Craque do Centenário". As duas votações nos dão um leque de opções: Joel, Fedato, Merlin, Dirceu, Tonico, Oberdan, Tostão, Ivo, Baby, Miltinho, Rafael, Zé Roberto, Nico, Carazai, Jairo e também Kruger... Enfim, craques não faltam para serem escolhidos.

Se ao final da promoção, Kruger não for escolhido, que a homenagem a ele aconteça então de outra forma, que seja no mínimo pelos 50 anos de casa que completa ano que vem, com uma estátua em bronze, em algum ponto de boa visibilidade dentro ou fora do estádio.

Um artista plástico, também amigo do Blog, entrou na história e se dispôs a nos ajudar fazendo o projeto da estátua, sem custo de mão de obra, apenas orçando o material gasto. Aguardo seu orçamento até o final desta semana para encaminhar ao presidente.

Para minha surpresa, na conversa com o presidente, na última terça-feira, ele me mostra uma gravação que lhe foi enviada pelo Alex, que se antecipou, ou leu aqui em post publicado há meses, sobre a tal homenagem a Kruger. Na gravação Alex cobra do presidente uma estátua ao Flecha-loira.

Como podem ver, a ideia cresceu e ficou grande. Grande como nosso Clube.

Segue na sequência a primeira seleção, feita pelo amigo que sugeriu a ideia da Seleção do Centenário: Rafael, Hermes, Fedato, Heraldo e Nilo, Hidalgo, Miltinho e Alex, Lela, Kruger e Zé Roberto. O que acham? Pode não ser a sua seleção, mas é no mínimo um time de muito respeito, ou não? Faça a sua seleção e vamos pressionar a diretoria para fazer estas ideias andarem.

Sobre o autor

Sergio Brandão
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.

Sobre o blog

Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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