Krüger, para nunca ser esquecido
Ao lado de Krüger, Maria Tereza, minha prima que nos apresentou a esta criatura inesquecível que há poucos dias nos deixou.
Neste época, Krüger talvez tenha vivido o melhor futebol de sua carreira.
Como mostra a foto, além da figura central, no meio, como coadjuvantes, dois meninos. Um passando e outro se aproximando dos 10 anos de idade, mal podendo acreditar que recebiam um ídolo que anos depois se eternizaria em muitos corações.
Não me cansarei em homenagear Krüger. Gratidão eterna pelo carinho, pelo tempo a nós dedicado. Pela sensibilidade de uma vida que foi além do futebol. Ou a vida que anda em volta do futebol.
Muita luz em seu caminho, Krüger. Que o menino à direita na foto, tenha lhe mostrado a trilha cheia de luz a ser seguida, porque se foi muito antes de você. Há exatos 49 anos que serão completados no próximo 25 de outubro de 2019.
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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