O melhor para o Coritiba
Tanto a coluna como o site, ganharam novo impulso a partir da TV COXAnautas, no ar desde junho do ano passado. Muito mais do que todos nós esperávamos. E agora, para 2018, daqui a alguns meses, o programa ganha novo formato, quem sabe novos quadros e a volta do velho amigo chef, Renato Debarba, e também o quadro sobre música com Ricardo Honório.
Tudo isso para festejar as novas parcerias que teremos neste ano, que precisa ser marcado como o início de uma nova era para nós e principalmente para o Coritiba.
O compromisso cada vez mais forte, com parceiros já fechados que começam conosco este ano, e outros em andamento, que nos dão uma responsabilidade ainda maior. Mas acima de tudo uma enorme satisfação para todos nós. Porque fazemos da nossa paixão, um prazer, agora dividido com amigos, que em comum temos o Coritiba.
A certeza de que a TV é mesmo um projeto que caiu no agrado da torcida e se consolida cada vez mais como referência para quem gosta de acompanhar a semana do nosso clube, o Coritiba. Esteja ele onde estiver. No regional, na Copa do Brasil, na serie a ou b, na Sul americana ou quem sabe em breve, na Libertadores.
Junto com outros Coxas, que também se manifestam em seus canais, das mais variadas formas, temos hoje talvez a maior rede de comunicação, envolvendo um clube de futebol no Brasil, ou se nos recolhermos à nossa insignificância, no sul do País, pra não nos dar um titulo que outras torcidas certamente também julgam ter.
A nova administração do Coritiba, que parece não ser boba, percebeu esta nova tendência e, vendo isso, abriu as portas do clube também para todos nós, colocando o torcedor mais próximo do Coritiba, coisa que até então nunca aconteceu no clube. Entra quem quer e se tem o que fazer lá dentro. Assim como toda a imprensa que até aqui era a única com estes privilégios.
Para críticas ou elogios, o Coritiba parece estar aberto até o fim desta administração. Pelo menos é o que parece, até aqui.
Vamos ver como se comportam os novos comandantes em mares mais revoltos. A calmaria pode deixar de reinar até que a bola role. A partir de 21 deste mês, o ambiente pode não ser o mesmo. As cobranças que por enquanto não se alimentam em argumentos, serão sentidas na prática em poucos dias, com o time já disputando a sua primeira competição do ano e sob novo comando administrativo e técnico.
Uma primeira avaliação da qual não escapa Samir Namur e seus comandados. Impiedosa e impaciente como sempre, a torcida fará sem dúvida suas cobranças, no primeiro tropeço. Um bom momento para saber e medir a temperatura das convicções propostas e se de fato há coerência com tudo que se pregou até aqui.
Continuo confiante, na esperança que seja mesmo este o melhor caminho que tenha para o Coritiba neste momento.
As novidades são muitas e a expectativa também. As críticas virão, se necessárias, tanto aqui no blog como na TV COXAnautas, fazendo prevalecer nestes espaços o que a torcida sempre julgar como o melhor para Coritiba.
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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