Paciência!
Sem o mínimo de entrosamento , não conseguindo trocar a bola e mandar no jogo, o que se viu na estreia, foi o Prudentópolis parecendo jogar em casa, pelo menos no primeiro tempo.
Com Parede e Sasse sem ação pelas beiradas de campo e Ruy e Simião sumidos pelo meio, sem nenhuma criação, a derrota parcial na primeira etapa acabou ficando barata.
Kleber tentou alguns chutes, mas viveu do mesmo problema de sempre: alguém que o coloque em condições de trabalhar.
Não há falta de treino, falta de entrosamento, falta de tempo, que justifique a péssima apresentação Coxa na primeira etapa.
Eu podia esperar alguma dificuldade, mas não a inoperância e apatia do primeiro tempo.
Um primeiro tempo para esquecer. Ou não. Eu prefiro esquecer, mas Sandro Forner e seus comandados não. Devem usar o que fizeram na primeira etapa, para nunca mais repetir.
No segundo tempo foi diferente. Muito mais próximo do que imaginei para um time em início de temporada. Com dificuldades, mas melhor organizado em campo, com toques de bola com esboço de um time de futebol com comando.
Ainda é cedo pra entrar em alguns méritos. Continuo achando que o tempo deve ser dado, embora outros achem que não, porque uma meia dúzia já esboçou manifestações contrárias, ao término do jogo, ainda dentro do estádio.
Quanto a Ruy e Alecsandro, parece que além de dedicação exclusiva, com atenção especial, vão precisar de benzimento forte, banho de arruda ou algo assim.
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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