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ArquibancadaSergio Brandão

Por Rauen e Mafuz

Não me recordo exatamente quando, certamente há uns bons meses, Augusto Mafuz, elogiava em sua coluna, na Tribuna do Paraná, um companheiro seu de profissão, nosso colunista no COXAnautas, Felipe Rauen. Se não me engano, uma analogia histórica era tema da coluna de Rauen aqui no COXAnautas, naquela oportunidade, quando Mafuz mencionava com elogios o feliz texto de nosso compenheiro.

Agora mais uma vez, Rauen, via COXanautas, inspira o jornalista/advogado, Agusto Mafuz, quando desta vez, os dois em feliz colocação tratam do mesmo tema, tendo Felipe Rauen puxado o assunto antes e com muita propriedade, tratando a INTERVENÇÃO no Coritiba, como solução para os problemas administrativos do clube.

Falar de Rauen é chover no molhado. Mais, muito mais “antigo” que eu, aqui no site e até nas arquibancadas do Couto Pereira, já desde a época de Belfort Duarte, falar da qualidade de suas colocações e textos não é necessário. Aliás, Rauen que em setembro estará em Curitiba e deve nos brindar com uma visita em uma de nossas gravações da TV –COXAnautas, atendendo sugestão de muitos dos nossos comentaristas do site.

A propósito: compactuo com Rauen e Mafuz com respeito a intervenção como forma de estancar esta sequência de erros e desmandos cometidos pela administração de Samir Namur, embora ainda persistam nas redes sociais algumas manifestações isoladas de torcedores, que defendem a forma como Samir vem conduzindo o clube. Como já disse em coluna anterior, só não vejo caminhos legais para tal.

Aproveitando inclusive os conhecimentos jurídicos e de destrinchar o estatuto do clube, tanto Rauen como Mafuz, podem nos clarear sobre as consequências e caminhos seguintes caso uma intervenção seja possível: quem assume o comando do Clube, no caso de intervenção? O conselho? O Vice? Toda a chapa de Samir deve ser destituída? Existe a possibilidade de uma nova eleição?

Agora, toda esta movimentação, neste momento crítico que vive o Coritiba, não colocaria a instituição em um risco ainda maior? Não tumultuaria ainda mais o Coritiba já tumultuado?

Sobre o autor

Sergio Brandão
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.

Sobre o blog

Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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