Por Rauen e Mafuz
Agora mais uma vez, Rauen, via COXanautas, inspira o jornalista/advogado, Agusto Mafuz, quando desta vez, os dois em feliz colocação tratam do mesmo tema, tendo Felipe Rauen puxado o assunto antes e com muita propriedade, tratando a INTERVENÇÃO no Coritiba, como solução para os problemas administrativos do clube.
Falar de Rauen é chover no molhado. Mais, muito mais “antigo” que eu, aqui no site e até nas arquibancadas do Couto Pereira, já desde a época de Belfort Duarte, falar da qualidade de suas colocações e textos não é necessário. Aliás, Rauen que em setembro estará em Curitiba e deve nos brindar com uma visita em uma de nossas gravações da TV –COXAnautas, atendendo sugestão de muitos dos nossos comentaristas do site.
A propósito: compactuo com Rauen e Mafuz com respeito a intervenção como forma de estancar esta sequência de erros e desmandos cometidos pela administração de Samir Namur, embora ainda persistam nas redes sociais algumas manifestações isoladas de torcedores, que defendem a forma como Samir vem conduzindo o clube. Como já disse em coluna anterior, só não vejo caminhos legais para tal.
Aproveitando inclusive os conhecimentos jurídicos e de destrinchar o estatuto do clube, tanto Rauen como Mafuz, podem nos clarear sobre as consequências e caminhos seguintes caso uma intervenção seja possível: quem assume o comando do Clube, no caso de intervenção? O conselho? O Vice? Toda a chapa de Samir deve ser destituída? Existe a possibilidade de uma nova eleição?
Agora, toda esta movimentação, neste momento crítico que vive o Coritiba, não colocaria a instituição em um risco ainda maior? Não tumultuaria ainda mais o Coritiba já tumultuado?
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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