Pra mim já deu !
Antônio Oliveira seria descontado em seu salário se trabalhasse pra mim. Por não apresentar resultados em dois meses de trabalho e pelas faltas em dia de trabalho. Também poderia multá-lo por não exercer a função de líder, que suponho tenha sido uma das exigências quando foi contratado, afinal, o nome do cargo que ocupa leva o nome de técnico, uma função de respeito na profissão que exerce.
Antônio Oliveira sequer conseguiu dar um perfil tático ao time do Coritiba em 7 rodadas. Pior, não conseguiu nem 90 minutos de um bom futebol. Com muita boa vontade, tivemos 45 minutos de um bom segundo tempo contra o Cianorte, com um jogador a menos.
A torcida ainda vive a expectativa de um bom time para este ano, ao menos com uma qualidade acima do que tivemos até aqui, nos últimos anos.
Precisamos de um líder que imponha respeito. Não de um treinador que dispute com os atletas para ver quem termina o campeonato com maior número de cartões.
As coisas não estão boas para o lado do Coritiba e, antes que desande, ainda dá tempo de arrumar a casa.
Não estou pedindo muito. Só um time com um pouco mais de qualidade, pra não passar susto na rabeira do Brasileirão, festejando pouco, quando nas últimas rodadas nos matamos correndo atrás do time em caravanas aventureiras para fugir do rebaixamento. Chega disso. É hora de alguma resposta a esta torcida impressionantemente apaixonada.
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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