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Arquibancada
ArquibancadaSergio Brandão

Pra ser educado, ainda vou esperar!

Como o santo é de um barro cada vez mais sensível, fico ainda mais cuidadoso nas críticas. Se antes o comportamento era de cuidados, agora mais do que nunca. Ano passado tolerei até a 7ª rodada para desandar na crítica com insuportável Antônio Oliveira.

Antes da estréia neste regional de 2024, propus a mesma coisa, segurar a onda até a 7ª ou 8ª rodada. E será o que farei, mas me permitam algumas conclusões antecipadas, já nesta 2ª rodada: ainda não temos elenco. Se com o que tinha de melhor na primeira rodada, com três ou quatro exceções, a partida contra o São Joseense, me deixou muito preocupado. Mesmo que o argumento de início de temporada seja forte, tenho em Fransergio, Robson, Edu e Fabricio Daniel, quatro nomes fora de questão para o resto da temporada. São os mesmos de sempre.

Quanto a Natanael e Robson, um pela assistência e outro pelo gol, acho ainda muito pouco para o nível que espero e acho que vamos precisar para o ano todo. Natanael acerta um cruzamento de bola parada que até eu consigo realizar. De resto, é o mesmo do ano passado. Desarma mas oferece a retaguarda ao adversário em contra ataques. Ontem levou uma canseira de Wellissol, além de ironizado.

Robson com marcação mais eficiente e com uma melhor qualidade, vai perder esta média de um gol por partida, conseguida até aqui porque PSTC e São Joseense são fracos. Robson e Natanael são atletas de banco para este Coritiba que precisa brigar pelo acesso este ano. Edu, Fransergio e Fabricio Daniel, podem ser dispensados.

Guto Ferreira me parece criterioso e de bom senso até aqui. Troca bem, sem invenções, mas precisa ser ajudado com um elenco mais qualificado.

Pegando suave até a 8ª rodada.

Sobre o autor

Sergio Brandão
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.

Sobre o blog

Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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