Reta final de uma ' nova ' fase
As outras posições seguem sem novidades. A boa notícia vem do departamento médico que colocou a disposição do departamento de futebol, jogadores que podem fazer a diferença nesta etapa que apenas está começando.
A grande expectativa fica com a nova formação que vem sendo testada e segundo espectadores dos treinos, o meio com Liziero, Andrey e Jr Urso ganhou em qualidade, uma das maiores deficiências do time até aqui. Há quem diga que Antônio Oliveira também conseguiu achar posição para Potker, em lugar de Kaio Cesar.
Não quero nem perder tempo em suposições, se este ou aquele atleta deveria sair ou ficar. Por enquanto, nos resta esperar para ver este “novo” Coritiba em campo que, mais uma vez está cercado de grande expectativa, já que até aqui as informações são de formações em treinos um pouco mais qualificados, como contra o São Paulo, Corinthians e Londrina.
Lembro e retorno com minhas tolerâncias que são necessárias a todo início de trabalho que neste caso de agora, pode ser classificado como reinício. No Campeonato Paranaense, esperei até a 7ª rodada, no atletiba para que as coisas efetivamente entrassem nos eixos. Não entraram e passei a criticar o que já parecia óbvio. Um time limitado, sem inspiração e que sofreu até o fim mostrando raros momentos de alguma coisa que pudesse se parecer com futebol.
Como torcedor que sabe do seu papel na arquibancada, sinceramente tento tumultuar o mínimo possível, sempre buscando coerência, sem o papel do agitador de ambiente, principalmente porque antes de tudo é preciso levar em conta o momento de mudança de gestão que vive o clube, mas com alguns anos de rodagem no futebol, a tolerância com a incompetência grita mais alto e tem limite.
Meus gritos de protesto só serão ouvidos a partir da segunda partida em casa, contra o São Paulo, no Brasileiro. Não é preciso dizer que sempre estarei na torcida para que Antônio Oliveira acerte este time, que os dirigentes consigam trazer mais alguns reforços e que o elenco que aí está, me diga a que veio, com um futebol no mínimo convincente. Que nos leve a um final de ano pelo menos sem sustos.
Na torcida para que os gritos de protesto deem lugar aos gritos de gol de Manga, de Andrey, Pinho, Urso e cia.
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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