Voz aos idiotas
Mas para alguns poucos, bem poucos, sei que não preciso ser mais direto porque são capazes de entender o recado. Sabem muito bem do que falo e a quem me dirijo.
Então, o meu mais profundo pesar pelo tamanho pequeno de suas almas.
Não me fazem falta alguma, não me incomodam, não atrapalham, apenas emitem ruídos desnecessários, justamente agora quando o momento é de reflexão e exige inteligência, nem que seja o mínimo que cada um pode dar. É que inteligência anda rara em debates. Sei, isso é pedir demais em alguns casos.
A frase do primeiro parágrafo não é minha, mas cabe bem ao momento e a um grupo que anda por aqui escondido nas moitas, agindo como bandido. Se te serve, pegue a carapuça e vista.
Bem-vindo à discussão, se é que vai ficar por aqui. Mas entenda, só fique se tiver argumentos. Se apresentar licitamente é a regra... assim posso te ajudar. Tenho certeza que você vai ser um um ser melhor. Aqui o terreno é limpo e bem intencionado. Relaxe, pode entrar, a casa também pode ser sua!
Aqui todos se apresentam ao debate buscando entender, crescer, se é que me compreende? Mesmo que tenha opinião ou formação contrária. Aqui não tem armadilhas.
Coragem! O caráter, a boa fé, a dignidade também existem... e fazem bem.
Sobre o autor
O Coritiba está na minha alma, muito mais até que no coração. Aprendi a gostar de futebol assim, de alma e também de coração. Sou do tempo do Belfort Duarte, hoje Couto Pereira. Isso foi no início dos anos 60. De lá nunca mais saí. Na década de 70, o Coritiba me conquista definitivamente, quando montou times inesquecíveis, várias vezes campeão. Período que passei a frequentar programas de rádio para tentar ficar o mais próximo que podia do futebol. Foi a época de Dirceu Graeser, no famoso"Viva o Futebol", na Rádio Clube, depois Rádio Cruzeiro. Foi o meu começo nos meios de comunicação. Vivo do jornalismo há mais de 30 anos, dedicados ao Rádio e principalmente televisão. Hoje sou muito mais da arquibancada. Sou mais torcedor e menos jornalista, principalmente quando o assunto é Coritiba.
Sobre o blog
Sou jornalista há mais de 30 anos. A profissão e a condição de torcedor, me fizeram aprender a policiar posições quando escrevo para tv ou rádio. Isso me desenvolveu muito o lado crítico. Costumo dizer que futebol é uma coisa e esporte é outra, bem diferente. Basicamente porque o futebol se transformou num produto da mídia e envolve muito dinheiro. O esporte amador, não. Sem dinheiro ele apenas sobrevive. É o caminho que o vôlei começou a tomar, por exemplo, mas ainda passa longe de ser o sucesso que é o futebol. Gosto de escrever sobre os dois: esporte e futebol. Jornalismo é minha profissão, o Coritiba minha paixão. Será um prazer estar aqui com vocês falando sobre tudo isso.
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