Suficiente.
Tivemos, no sábado/domingo, uma boa vitória contra o Cascavel CR, se assim se considerar os pontos ganhos. Não foi uma vitória vinda ao natural, mas suficiente. Pareceu-me, porém, que embora o time deste ano esteja à frente dos que nos deram nos últimos anos, ainda há carências a serem supridas.
De positivo no time o espírito de luta, os jogadores não desistem quando é necessário recuperar a bola. Exemplo que bem mostra isso foi o gol do Igor Paixão que trombou com o goleiro e marcou. Fosse o Robson, teria ficado no chão pedindo pênalti. Penso que o Igor Paixão talvez ainda nos dará alegrias, enquanto o Pablo Thomas por enquanto é uma incógnita sobre se o seu futebol é somente o que tem mostrado ou evoluirá.
Também de positivo o abandono do vício de ficar tocando a bola entre os zagueiros para atrasar para o Wilson, que ficava encarregado de tentar um lançamento.
Ah, e o primeiro tempo do Natanael foi primoroso, uma exibição de gala. No dia seguinte, porém, não foi o mesmo e mostrou que ainda precisa trabalhar a marcação, como quando ocorreu o gol do Cascavel CR. Mesmo assim, dentre os “prata da casa” me parece que é o que tem mais potencial.
Mas o elenco ainda precisa ser melhorado, ou pelo menos aprimorado dentre os já contratados. Não podemos ficar na dependência do Léo Gamalho - que ainda não se sabe se terá aqui o sucesso que teve no Nordeste - e o do Willian Farias, veteranos que, como é natural, de quando em quando têm o que chamam de “desconforto”. O próprio Robinho tem mostrado que não tem condições físicas para jogar uma partida inteira, e não sei como se sairá quando enfrentarmos adversários mais fortes.
Enfim, o time ainda merece voto de confiança, mas deve ser bem observado e melhorar para que o tenhamos como queremos que seja o Coritiba.
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Hoje é o aniversário de nossa amada Curitiba, que tem no Coritiba o mais curitibano dos clubes, carregando no seu nome a grafia usada pela cidade na época em que foi fundado. Parabéns aos curitibanos, nativos ou adotados.
Sobre o autor
Benedito Felipe Rauen Filho, conhecido como Felipe Rauen, é coxa-branca de terceira geração, pois tanto seu avô como seu pai também o eram. Em parte da infância e da juventude morou na rua Maria Clara, a cem metros do estádio do Coritiba, do qual desde casa sentia o "cheiro".
Transferiu residência para o Rio Grande do Sul em 1976, onde iniciou carreira como Juiz de Direito, hoje aposentado. Está aculturado naquele Estado em vários aspectos, mas jamais no futebol, pois não adotou time local e torce somente para o Coritiba. É conhecido em todos os círculos que frequenta em terras gaúchas como coxa-branca, conseguindo que inúmeros amigos gremistas e colorados tenham o Coritiba como segundo time ou pelo menos mostrem por ele simpatia. Em 2009 se tornou Cônsul do Coritiba em Porto Alegre, permanecendo por vários anos. Cardiopata, dá trabalho regular ao cardiologista em razão das emoções vividas com e pelo Coritiba, mas tem certeza de que o coração coxa-branca se manterá forte ainda muito tempo para ver o clube alcançar mais e mais glórias.
Transferiu residência para o Rio Grande do Sul em 1976, onde iniciou carreira como Juiz de Direito, hoje aposentado. Está aculturado naquele Estado em vários aspectos, mas jamais no futebol, pois não adotou time local e torce somente para o Coritiba. É conhecido em todos os círculos que frequenta em terras gaúchas como coxa-branca, conseguindo que inúmeros amigos gremistas e colorados tenham o Coritiba como segundo time ou pelo menos mostrem por ele simpatia. Em 2009 se tornou Cônsul do Coritiba em Porto Alegre, permanecendo por vários anos. Cardiopata, dá trabalho regular ao cardiologista em razão das emoções vividas com e pelo Coritiba, mas tem certeza de que o coração coxa-branca se manterá forte ainda muito tempo para ver o clube alcançar mais e mais glórias.
Sobre o blog
O nome “Bola de Couro” serve para revelar a geração do autor, que acompanha o Coritiba desde o tempo em que elas eram efetivamente de couro natural, e não sintéticas como hoje. Além de estar atento ao futebol moderno, especialmente graças à tecnologia que tornou o mundo uma aldeia global, o blog de vez em quando trará algumas reminiscências das tantas glórias de que o Coritiba é coberto e que estão mais na memória de cada um do que em imagens físicas, atendendo também a um nicho da “velha-guarda” de Coxanautas que se manifestou desde a primeira coluna do autor. Mas todos, de qualquer geração, serão bem-vindos a colaborar e criticar em espaço que se pretende democrático.
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