Thor.
Talvez alguém esteja perguntando, o que a mitologia nórdica/germânica está fazendo no Coxanautas, que é dedicado ao futebol, em especial o Coritiba?
Pois amigo, eu digo que ontem, no jogo contra a Ponte Preta, vi um Deus nórdico/germânico defendendo a nossa área com todas as suas forças e com sucesso, tal como o Thor da mitologia.
Claro que estou falando do Henrique, nosso primoroso zagueiro, bravo e qualificado, que entrou no time na hora certa, dando estabilidade à defesa, com toda a sua técnica e bravura. Bom no desarme, bom nas bolas pelo alto e até goleador como mostrou no jogo contra o Goiás. Vê-se também de suas atitudes que lidera os companheiros e que não aceita erros passivamente. Decididamente, mudou o Coritiba desde que chegou. No jogo contra o CSA, quando ficou de fora, não foi só por isso que tomamos uma goleada, mas foi muito por isso. No momento o Henrique, o nosso Thor, é insubstituível.
Terminamos o turno em primeiro lugar, as perspectivas de subida são muito boas, desde que o time mantenha regularidade no pragmatismo – temos que reconhecer que jogo bonito a equipe não pratica – e para tanto temos que contar com a força coletiva do time, bem administrado pelo Morínigo, mas sempre com atuação fora da curva de um ou outro atleta, tal como o Thor, digo, o Henrique.
Sobre o autor
Benedito Felipe Rauen Filho, conhecido como Felipe Rauen, é coxa-branca de terceira geração, pois tanto seu avô como seu pai também o eram. Em parte da infância e da juventude morou na rua Maria Clara, a cem metros do estádio do Coritiba, do qual desde casa sentia o "cheiro".
Transferiu residência para o Rio Grande do Sul em 1976, onde iniciou carreira como Juiz de Direito, hoje aposentado. Está aculturado naquele Estado em vários aspectos, mas jamais no futebol, pois não adotou time local e torce somente para o Coritiba. É conhecido em todos os círculos que frequenta em terras gaúchas como coxa-branca, conseguindo que inúmeros amigos gremistas e colorados tenham o Coritiba como segundo time ou pelo menos mostrem por ele simpatia. Em 2009 se tornou Cônsul do Coritiba em Porto Alegre, permanecendo por vários anos. Cardiopata, dá trabalho regular ao cardiologista em razão das emoções vividas com e pelo Coritiba, mas tem certeza de que o coração coxa-branca se manterá forte ainda muito tempo para ver o clube alcançar mais e mais glórias.
Transferiu residência para o Rio Grande do Sul em 1976, onde iniciou carreira como Juiz de Direito, hoje aposentado. Está aculturado naquele Estado em vários aspectos, mas jamais no futebol, pois não adotou time local e torce somente para o Coritiba. É conhecido em todos os círculos que frequenta em terras gaúchas como coxa-branca, conseguindo que inúmeros amigos gremistas e colorados tenham o Coritiba como segundo time ou pelo menos mostrem por ele simpatia. Em 2009 se tornou Cônsul do Coritiba em Porto Alegre, permanecendo por vários anos. Cardiopata, dá trabalho regular ao cardiologista em razão das emoções vividas com e pelo Coritiba, mas tem certeza de que o coração coxa-branca se manterá forte ainda muito tempo para ver o clube alcançar mais e mais glórias.
Sobre o blog
O nome “Bola de Couro” serve para revelar a geração do autor, que acompanha o Coritiba desde o tempo em que elas eram efetivamente de couro natural, e não sintéticas como hoje. Além de estar atento ao futebol moderno, especialmente graças à tecnologia que tornou o mundo uma aldeia global, o blog de vez em quando trará algumas reminiscências das tantas glórias de que o Coritiba é coberto e que estão mais na memória de cada um do que em imagens físicas, atendendo também a um nicho da “velha-guarda” de Coxanautas que se manifestou desde a primeira coluna do autor. Mas todos, de qualquer geração, serão bem-vindos a colaborar e criticar em espaço que se pretende democrático.
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