2013 de novo?
Se ano passado a desculpa era o excesso de jogos, a desculpa agora é o início de temporada e a pouca sequência de jogos... Ora, façam-me o favor... Como se explicam tantos lesionados? Como se explica a não estreia ainda de Zé Love? Qual é a verdade?
Para mim a verdade passa necessariamente pela incompetência dos setores físico e médico do Coxa, ou, irresponsabilidade dos atletas quanto aos cuidados que devem ter com seus instrumentos de trabalho.
Ou pior, será que alguns atletas, diante de contratos de produtividade, tem sido poupados, para diminuição de seus soldos? Se quanto mais joga mais ganha, o inverso também pode ser admissível...
Sobre o time, há algumas questões a serem abordadas.
1) Dado tem se mostrado um treinador inteligente, privilegia o ataque e a criação, e gosta de jogar pelas pontas. Nestes três últimos jogos, apesar da fragilidade dos adversários e da óbvia necessidade de ritmo e entrosamento, gostei do que vi. Penso que a melhor formação seria. William Menezes; Moacir, L. Almeida, Claro e Carlinhos. Germano (ou Gil), Robinho, Alex, Norberto (ou Dudu) e Roni. Deivid. Um 4-2-3-1 agudo e com jogadas pelas pontas.
2) William Menezes? Sim senhores, mas poderia ser qualquer um dos reservas. É hora dum banco pedagógico a Vanderlei. Se um atacante ou meia hoje em dia tem de fazer gols criar e também voltar para marcar; e se os defensores além de marcar têm também de atacar e sair de trás com qualidade, o goleiro da mesma forma não pode ser bom apenas embaixo dos paus. O goleiro hoje tem de se antecipar aos lançamentos adversários, ter visão de jogo, funcionando muitas vezes como líbero atrás da zaga. E, principalmente, repor a bola com qualidade e rapidez. É hora do Pracidelli pôr o Vanderlei para ver jogos de Neuer, Reina, Cech, Ceni, enfim... qualquer goleiro bom e moderno.
3) A liderança no estadual, e até mesmo um eventual título para mim não significam nada com relação a expectativas futuras. Aliás, infelizmente, as expectativas não podem ser muito diferentes das do ano passado, porque muita coisa do falecido ano têm se repetido. A venda de atletas bons para o elenco, reforçando inclusive adversários. A contratação de pouca gente, e ninguém de absoluta confiança e renome. Suspeitas de falta de pagamento de direitos de imagem. As lesões seguidas. Enfim, o quadro é tão melindroso, que até mesmo eu que não gosto do futebol dele, já não acho bom negócio vender o Lincoln. Se não serve para o time titular, serve para o elenco. Nem que seja para entrar no fim dos jogos e receber aquelas faltinhas marotas. É melhor do que sair apenas para reforçar um elenco adversário.
ANIVERSÁRIO: Gostaria de aproveitar este espaço para mandar um abraço forte ao meu grande amigo, coxa branca de quatro costados, Leandro Spolador Ribeiros que aniversaria hoje. Parabéns jovem!
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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