3 pontos 3 jogos 0 saldo
Ok, nenhuma vitória. Mas ninguém vive só de glória,
Desde quando isso não ocorria?
É essa a estatística que me dá alegria.
Ontem, Gil jogava demais. Corria, dobrava a marcação junto com Carlinhos e tabelava na frente. Quando saiu, pensei, o que será de nós?
Entrou Geraldo. Ponto para Roth, que percebeu já no primeiro tempo que dava pra ganhar. Até porque Geraldo não é mais aquele talismã de fim de atletiba. Evoluiu muito como ponta, e na recomposição defensiva.
Eis que então cai ao solo Robinho, pensei eu, fud...
Quando Norberto, o símbolo maior do fracasso da breve era Dado Cavalcanti entrou então, tive certeza de que estávamos perdidos. Mas não.
Jajá, Almeida, Claro, e Moacir (V. Ferraz que se cuide), todos jogaram bem. Baraka Obama, seguro como sempre, suportaram bem as baixas e preencheram as lacunas deixadas pelos contundidos. Destaque especial para Chico, que até fez gol sem tocar na bola. Coisa de gênio.
Vanderlei é aquela coisa né, uma no cravo outra na ferradura. Foi bem até o fim, quando falhou no segundo gol dos bambis. Tá certo que deixaram o morto do Ganso dar aquele passe, tá certo que o Lucas chegou meio tarde, mas, porra Vanderlei, você nunca sai do gol, tinha que sair logo ontem?
Enfim, semana cheia de trabalho. Não sei qual o grau das lesões de Gil e Robinho, mas se contarmos com eles para o próximo domingo, e contando também com o retorno de Alex, meu time seria: Vanderlei, V. Ferraz (Moacir), Claro, Almeida e Little Charles. Obama e Gil. Robinho, Alex e Now-now e Zé Love. 4-2-3-1, ou 4-5-1, com forte poder de marcação e agudo no ataque. Pra cima deles Verdão!
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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