Aplausos
Para o campeonato, é óbvio que o melhor seria ter vencido, porém, a previsão que se pode fazer é de melhora. A expectativa que se pode ter, a partir do empate injusto contra o Santos é esperançosa.
Falar a partir de um jogo é complicado, então tomemos por base os últimos três. Nenhum gol sofrido, e dois marcados. Nenhuma derrota, com dois empates e uma vitória. É cedo, claro, mas a invencibilidade e a regularidade são duas características desta ainda breve era Roth.
Sobre o jogo último, belas atuações. Começando pelo treinador, passando por Gil, Zé Love, Robinho e Jajá.
Jájá que apesar de corpulento e meio desengonçado, aparenta ser talentoso, daqueles que limpam e clareiam a jogada. Sua corpulência, em verdade, até ajuda, na medida em que o marcador não espera alguma jogada de habilidade e agilidade, e acaba sendo surpreendido
Claro e Almeida, que já eram bons, agora ajudados por Baraka, passam muita segurança. A qual Vanderlei ainda precisa de nós reconquistar, mas ao menos não tem comprometido.
Quarta temos o confronto pela Copa do Brasil contra a Caldense. Caldense que já foi campeã de Minas em 2002 e tem mais de 11mil sócios, como diz seu site. É um clube antigo, respeitável, porém é claro que o Coxa é amplamente favorito, e pode, inclusive evitar o jogo da volta. Talvez já tenhamos Alex, mas, se não tivermos, está provado que existe vida sem o craque. Uma vida com menos brilho, mas vivível.
No alto de tantas glórias, brilha um novo Sol de esperança. Nova união à vista entre aquela que nunca abandona e o da alma guerreira. Quando estes dois estão unidos, são insuperáveis!
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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