Minha escalação para quinta
Sou fã do futebol moderno, baseado na rotatividade do elenco, bem como do sistema tático, mas um padrão mínimo de jogo é necessário, e este padrão, em que pese os meses de trabalho a frente do seu esquadrão, ainda não foi obtido pelo nosso comandante.
E para não pôr tudo na conta do treinador, as atuações dos jogadores também não ajudam a formar o time ideal, eis que o Coxa oscila em suas atuações, dando espetáculo como no segundo tempo da finalíssima contra o “Atretis”, e não jogando nada como na derrota de 4x1 para o Nacional.
Saindo segunda do futebol de salão que jogo com os amigos, um deles, Luiz, me perguntou: o que está errado no Coritiba? O que fazer para consertar?
Minha resposta foi: “não sei Luiz, não sei.” E creio que esta seja a resposta de muitos torcedores como eu.
Tudo o que sei é que precisamos meter três cocos nos caras pra manter a honra e a dignidade perante o cenário nacional. Assim, meu time não seria nada cauteloso, muito menos defensivo. Colocaria apenas um volante, três meias, dois atacantes, dois zagueiros e dois laterais com tendência ofensiva.
As peças seriam estas:
Vanderlei
Victor Ferraz, Leandro Almeida, Bonfim e Denis Neves.
Gil
Sérgio Manoel, Alex e Robinho
Deivid e Geraldo.
Não sei se é o melhor esquema, mas é o qual escolheria. Não há tempo a perder, tampouco adianta ficar preocupado em não levar gols, eis que são 3 os gols a serem feitos. Além do mais, o jogo é no Couto Pereira, onde eu, você e, oxalá, no mínimo mais 30 mil torcedores estarão apoiando irrestritamente do primeiro ao nonagésimo minuto.
Não é hora de respeitar o adversário, isso deveria ter sido feito em Manaus, e não foi. Fomos displicentes. Agora é hora de revanche, de pôr os pingos is, de impor a superioridade técnica, histórica, e traduzi-la em gols e vitória.
Esse é o espírito! Um time mentalmente forte não pode ter medo de perder. Um sábio já disse uma vez: quem tem medo de perder, não tem coragem de ganhar.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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