Nada de novo no front
No ano da Copa, quando os olhos do mundo voltam-se para nós, entre os pilares dos elefantes brancos e os entulhos dos coliseus inacabados, corpos de trabalhadores. A ONU tem de intervir no Reino dos Sarneys, a fim de parar com o genocídio e com o holocausto prisional que assola aquele feudo. Bashar AL-Assad é café pequeno perto dos ditadores brazucas que imperam carregando a democracia no bolso.
Ontem escutei na CBN que um advogado Vascaíno entrará na Justiça para tentar anular o prélio contra o Atlético, e ainda obter uma indenização. Notícia como essa me enoja, porque, de fato, todo cidadão tem direito de acessar o Judiciário, mas no presente caso, trata-se de mero oportunismo. Tentativa de enriquecer ilicitamente, conturbando ainda mais o cenário futebolístico nacional. O pior é que, se esse processo cai no colo de um Juiz descompromissado com a verdade, quiçá vascaíno, pode vir a ter sucesso.
A CBF cogita um campeonato com vinte e quatro clubes, a fim de acomodar os egos caídos mas ainda crentes de que a mesa será virada. O que seria de um certame com 24 clubes, num ano já encurtado pelo circo da FIFA?
Os jogadores, as peças mais bem pagas e mais mal tratadas deste tabuleiro de xadrez velho e carcomido, ameaçam não entrar em campo se o Cacique Ancião não aprender a ter bom senso.
E pra não dizer que não falei do Coxa, nossa lista de dispensa é maior que o rol de reforços. Ou seja, um ano novo a fim de corrigir os equívocos do passado. Pelo menos, ao contrário de 2013, nosso tombo será do tamanho de nossa expectativa. E se o sucesso vier, a felicidade será uma deliciosa surpresa.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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