O objetivo maior
São vários os assuntos que quero partilhar com os senhores, então comecemos pelo jogo de ontem.
Esquema trocado e “retrocado.”
De fato as substituições oriundas de contusões prejudicaram e muito o esquema planejado por Marcelo Oliveira. Nosso meio de campo mais lento dependia (sim, dependia) da figura de Marcel entre os zagueiros do Sport, para que Tcheco e Lincoln pudessem ter tempo de criar as jogadas, esperando as chegadas de Sérgio Manoel, Aquino e dos laterais.
Mas, esta lentidão excessiva do nosso meio poderia e deveria ter sido evitada por Marcelo, que deveria ter posto Robinho desde o início, e, para manter-se mais fiel ao esquema utilizado com o time titular, deveria ter posto também, desde o início, Rafael Silva no lugar do Marcel.
Junior Urso também poderia ter entrado em lugar de França. Que jogou muito pouco e ainda não mostrou a que veio.
Mas, mais que os possíveis erros de escalação, os reservistas sentiram o peso dos 90 minutos, e da falta de ritmo, o que ficou claro após o segundo Gol, diante da expressiva queda de rendimento. Somemos a isso, o pior, o excesso de confiança que se abateu sobre os jogadores, diante, dos relativamente fáceis 2x0 que aplicávamos.
Em suma, o Coxa entrou em campo com um esquema diferente do habitual, com jogadores muito mais lentos para posições chaves no meio campo. Teve de trocar este esquema durante o jogo, por conta das contusões, e acabou sendo derrotado, por isso e por falta de ritmo e atenção dos atletas.
Mas trata-se de uma derrota digerível. Argumentada por este colunista apenas por amor à tática e não por necessidade de se entender e esmiuçar o que ontem ocorreu. Derrota, inclusive, que se tornou mais doída, apenas por ser de virada, e por estarmos com o jogo nas mãos. Agora é "simples": teremos de recuperar estes preciosos três pontos, nos dois próximos jogos fora de casa.
COPA DO BRASIL: Como diz o título, temos em nosso horizonte um objetivo maior, que não deve ser atrapalhado pelo tropeço contra o Sport. Até porque, será mais uma semana de emoção, apreensão e aperto neste coração Coxa-branca, sedento por um título nacional! Intocáveis pelo insucesso de ontem, tanto quanto os titulares que nesta quinta defenderão nosso pavilhão em gramados paulistas, está nosso amor, nossa dedicação e nossas boas vibrações para com o nosso Verdão. O Verdadeiro e único Verdão!
Que a derrota de ontem sirva de lição, contudo, apenas, para mantermos a mesma atenção que mantivemos aqui diante do São Paulo. E que nosso ataque também se espelhe no time reserva de ontem. Já que dois gols fora de casa, representando uma vitória, empate, ou até mesmo uma derrota por um tempo, será bom resultado.
Libertadores: Ontem foi impossível assistir ao Fantástico, programa que julgo até interessante, diante da excessiva e desmedida lustração de ...., de “ego” dos corinthianos. É para evitar meses de reportagens em preto e branco, que nesta quarta-feira: !Yo soy Boca de niño ¡
À turma do amendoim: Infelizmente ontem muitos torcedores ao meu redor perderam a paciência e xingaram a todos os atletas, sem qualquer distinção, como se esquecessem a atual situação do Coritiba como finalista da Copa do Brasil. O time de fato amoleceu, mas nós como torcida ontem, não fomos também nem sombra do que fomos contra o São Paulo. Em outras palavras, a recíproca foi verdadeira.
À Violência covarde: Triste fato ocorreu na sede da fúria independente. É de se lamentar a existência de seres nada humanos, covardes, e que não tem um mínimo de respeito e amor a própria vida e a de seu semelhante.
SAV!! Que chegue logo quinta-feira!
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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