Para papar o papão:
Parece-me bom time para um jogo no qual o Coxa deve se portar como uma aranha armadeira: defensivamente firme e coeso, porém, pronto para dar rapidamente o bote certeiro e final.
Além da postura tática, a preleção será muito importante para sairmos de Belém com a vaga na bagagem, pois, algumas características psicológicas não poderão faltar à equipe durante os 90 minutos:
Respeito. Ao clube que é um dos maiores do Norte do país, e que, justamente por estar mal posicionado no cenário do futebol brasileiro, apostará todas as suas fichas neste jogo. Seus jogadores, alguns realmente bons, como Picaxú e Thiago Potiguar (que deve jogar mais adiantado, segundo o site oficial do Paysandú) ante a transmissão televisiva, farão de tudo para honrar a camisa e sua torcida que certamente se fará presente no Mangueirão.
Seriedade e Atenção. Jogos da Copa do Brasil, para não fugir do chavão, dividem-se em dois tempos de 90 minutos. Para não sermos surpreendidos, devemos entrar atentos, firmes e seguros desde o início da partida. Não levar gol e agüentar a provável pressão durante os 15 primeiros minutos é fundamental.
Inteligência. O tempo é nosso aliado, saibamos usá-lo até que a ansiedade e o desespero tomem conta do time deles. Tocar a bola com sabedoria, sair com rapidez nos contra-ataques, evitando discussões desnecessárias com a arbitragem e com o time adversário. O nervosismo deve estar do lado bicolor e jamais do nosso.
Competência e Tranquilidade. Para aproveitar os espaços e os contra-ataques aos quais certamente estará exposta a defesa do Paysandú. Um Gol na hora certa pode definir este jogo que é 50% psicológico. Se uma única oportunidade surgir, ela deverá ser bem aproveitada.
Não será tarefa fácil, mas se levarmos a efeito todos estes fatores, certamente sairemos de Belém classificados e ainda vitoriosos!
SAV!
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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