Que ruim, Diaz!
Ressalvadas todas as questões de início de temporada, tais como: falta de entrosamento, preparo físico inadequado, falta de ritmo de jogo, etc e etc, podemos fazer algumas análises preliminares sobre o time e os jogadores que disputaram a partida.
O time foi desidioso, sem vontade. Inexplicável, e principalmente os jogadores oriundos da base, que, supostamente por estarem disputando uma vaga no time principal, e um salto em suas carreiras, deveriam esforçar-se e jogar, se não com técnica, pelo menos com gana e vontade, o que não ocorreu.
Mas, comecemos pelas boas notícias, ou melhor a única boa notícia: Djair. Marcando e aparecendo para o jogo, o volante Coxa foi o responsável pelas melhores jogadas, e foi, em minha opinião, o melhor em campo, ou, pra ser mais cristalino: o único que bem jogou.
Bonfim também vinha se apresentando bem, até machucar-se. E Rafael Lucas, sequer teve tempo de jogar bem ou mal.
O resto foi mesmo, o resto. Ninguém se apresentou bem.
Algumas más apresentações, já eram até previstas, como Chico, Jr. Urso e Eltinho, que realmente fazem o torcedor Coxa-Branca não compreender a renovação de seus contratos. Chico e jr. Urso são “grossos”, e Eltinho, por sua vez, é um lateral que tem dificuldades em cruzar e marcar, para que serve então?
Robinho, sem criatividade, acompanhado por um Thiago Primão que pra mim parece uma promessa que jamais se cumprirá, nada produziram no setor que deveria ser responsável para alimentar Rafael silva, que, substituindo o machucado Rafael Lucas, também nada fez de bom.
Vanderlei mostrou insegurança em alguns momentos, e Gil não comprometeu, mas também não mostrou porque era o titular ano passado, em que pese deslocado de sua posição originária.
Sobre Rui Diaz, o que dizer? Uma atuação “do peru!”.
Importante frisar que, com exceção de Eltinho e Chico, não estou dizendo que os jogadores da partida de ontem não servem para o Coritiba, apenas que eles não jogaram rigorosamente nada, e que se o Coxa depender deles para manter o padrão de jogo, na ausência de algum dos titulares, embasado na atuação de ontem, pode ter severos problemas.
Aguardemos o decorrer das rodadas e confiemos na evolução deste grupo, pois, como já bem dito pelos colegas coxanautas, mais do que um time, precisamos de um elenco qualificado para almejar conquistas nacionais.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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