Que venham os AtleTibas!
Tirando o 6x0 em cima do Rio Branco, foi um turno tão funesto quanto a camisa três.
Jogos modorrentos, desmotivados e sem brilho que culminaram em empates lúgubres, derrotas inesperadas e vitórias ilusórias.
Viagens que redundaram em desgaste físico e emocional ao time, comissão técnica e prejuízo à instituição.
Um oficial de justiça traz a ordem para os atletas manterem-se reclusos e a estreia na Copa do Brasil é adiada. Estripulia de um “Zé Ninguém” do futebol paraibano, que espero seja punido veementemente pelo STJD e pela CBF por buscar ilegal e inconstitucionalmente a via equivocada (justiça comum).
Como se não bastasse, derrota para o dente de leite do Atlético.
Por mais que ganhemos o campeonato, MCP e seus asseclas sairão ensoberbados e envaidecidos, eis que claramente não deram importância ao certame regional, e ainda sim, por incompetência nossa, estão na disputa pelo título.
O que nos resta então, se, segundo os poodles, a vitória moral já é deles?
Vencê-los duas vezes nas finais e levantar o caneco!
Jamais optaria por decidir com o Londrina, eis que tal hipótese passa primeiro por uma derrota Coxa contra o próprio Londrina na última rodada. E torcer por uma derrota Coxa, é uma lógica que meu cérebro não aprendeu a processar.
Além do mais, vitória moral não fica na história, temos duas vitórias morais na Copa do Brasil, por dois anos seguidos, e elas de nada valem.
Assim sendo, nos resta, pela honra, vencer o Londrina, vencer com folga as duas partidas decisivas contra o nosso maior rival, e conquistar o título em cima daqueles que nos aplicaram tão vergonhoso revez.
E pra não dizer que não falei dos espinhos, concordo que o time se apresenta desmotivado, e meio atrapalhado em campo, mas antes de apontar o dedo para o técnico, devemos nos perguntar: quem viria, pelo mesmo preço, ocupar seu lugar com maior sucesso?
Pois é. Infelizmente, o futebol brasileiro passa por uma crise técnica sem precedentes, somada a uma inflação astronômica e injustificável dos salários dos treinadores.
Tendo isto em conta, por que apostar nos mais jovens em campo, e não também no banco de reservas?
Para mim, segue prestigiado Marquinhos Santos. Futuro técnico Tetracampeão Paranaense!
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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