Valeu Vilson!
Queria agradecer ao Vilson, pois, desde que sou Coxa consciente, foi o presidente que mais perto me fez chegar de um título nacional. Obrigado pelas finais de Copa do Brasil, é o que dessa gestão encerrada mais me lembrarei.
Agradeço ainda porque ele poderia muito bem ter tentado comprar com agrados e presentes todos os que sábado venceram a eleição. Não o fez. Ele poderia, no auge de sua gestão, ter feito como faz o chavista rubro negro e alongar seu mandato indefinidamente, não o fez. Ele poderia, com uma simples canetada no estatuto, ter aumentado o mandato e ser aclamado imperador eterno Coxa, não fez.
O que fez foi comandar o processo mais democrático da história do futebol paranaense. A chapa de oposição com muito mais vigor e disposição, muito melhor representada e apoiada por figuras públicas e notórias, amadas pelo verdão venceu nas urnas. E se não teve o meu voto, tem meu total apoio, minha reza e minha torcida para que façam o que de melhor puderem.
Decidida uma certeza, surgem tantas outras dúvidas: mesmo sem ser presidente de nenhum clube, poderá Vilson continuar à frente dos clubes que exigem a nova Lei de Responsabilidade Fiscal do esporte? Será que tal cargo passará de pronto ao Bacellar?
Enfim. Essa é a menor das questões. Quem será o treinador? Quem serão os jogadores novos? Com quem renovaremos? Esperamos uma presidência forte, que comande, e que não suma na sombra do seu G5, pois, como disse meu amigo Heitor, um filho com muitos pais morre de fome.
Parabéns aos eleitores coxas que deram uma aula de civilidade, urbanidade e civismo a todo Paraná no sábado.
Parabéns aos vencedores! Sorte, saúde! Sucesso.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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