A Série A agradece.
E que torcida! Deu um show no domingo. Torcida que tem de ser na série A, como sempre foi em todas as bês que disputamos: mais aguerrida, mais unida e mais compreensiva. Mais apoio e menos cobrança.
E nós podemos sim permanecer na Série A. Desde que ajamos com prudência e sem arroubos.
Ouvi na mídia que Rafinha (lateral) viria... Não! Se não for pra ganhar o máximo que o Coxa paga, que não venha. Para termos medalhas, não podemos ter medalhões. Não nos fará avançar como time aqueles que veem pra encerrar carreira. Chega desse fardo Coxa!
Falaremos mais sobre isso em breve.
Sendo possível manter Morínigo, e, com ele, construir um plantel mais forte e jovem, mantendo os melhores desse ano e qualificando pontualmente, seria o ideal.
Falaremos disso também bastante ao longo do restante do ano.
Por hora, Comemoremos!
A técnica de Gamalho e seu faro de Gol. O Potencial de Natanael, Biro e Paixão. A constância de Wilson. A garra de William e a parceria de sucesso entre Henrique e Castan. A inoxidabilidade de Rafinha. E a volta por cima de Robinho. Todos os nossos Vals e nossos "inhos", Matheuzes...Nathans...
Comemoremos a manutenção de Morínigo e sua condução honesta, cientifica e cirúrgica. Nosso treinador manteve o time regular, mesmo com covid, com calendário apertado e viagens.
Menção honrosa aos preparadors físicos que carregaram nosso experiente time incólumes e ilesos até o fim da temporada.
Regularidade foi o segredo.
Não adianta nada uma nota máxima seguida de várias notas baixas.
O Coritiba manteve, ao longo de quase 38 rodadas, uma média 7. Suficiente para ser aprovado. E por isso merece nota 10.
Comemoremos!
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
Ver comentários (9)
