Agora vai! Para série B.
Aguardei uma semana e um jogo para poder escrever o que ora escrevo, mas, nem precisaria, tinha certeza de que era isso mesmo que aconteceria. Foi triste acompanhar a mídia “se calar” ao time apresentar os mesmos problemas dos tempos de Morínigo. Foi vergonhoso e vexatório ver a mídia monopolista da informação elogiar e enaltecer Guto, para depois reclamar do novo treinador. Menos vexatório, entretanto, que o fato de nossa diretoria se curvar a esses jornalistas e à turma do amendoim.
Os gênios do futebol falaram tanto da teimosia do Morínigo em pôr dois laterais, pois bem, o que o novo treinador fez no seu primeiro jogo? A mesma coisa. Os experts que acompanham todos os treinos falaram e pediram tanto: “tira Mateus Alexandre! Esse cara não presta!” O que Guto fez? Manteve Mateus Alexandre. Para a loucura dos oráculos!
Alguns vão me chamar de viúvo do Morínigo e a verdade é que não estou nem aí para a opinião desses emocionados. Não escrevo para o torcedor médio. Meus textos são para quem pensa a longo prazo e quer ver o Coxa longe dessa mediocridade incompetente. Infelizmente nossa diretoria provou ser mais do mesmo. Nossa diretoria provou ser amadora. Amadorismo que deu sinais de vida inclusive já no empate contra o Galo, salvo engano. Semestre passado, lembram? Quando o presidente Juarez deu uma entrevista eufórica, típica de torcedor embriagado de arquibancada...
Primeiro deixou Morínigo contratar à rodo, sem ter a convicção que o deixaria até o fim do ano, e, pior, há duas semanas, mentiu ao garantir a permanência do Paraguaio. Agindo como agem os cartolas mais toscos e retrógrados do Brasil.
Merecemos cair. Se vamos, não sei. Tomara que não. Mas o roteiro já escrito, e o cenário preparado. Falta rodar o filme. O mesmo filme triste que há anos vemos. Mudam os protagonistas, mas a tragédia é a mesma. A plateia de palhaços é a mesma. Palhaços masoquistas.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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