Aos infelizes e miseráveis
O quanto antes percebermos isso, melhor. O quanto antes nos livrarmos do saudosismo daquele velho falecido Coritiba, melhor. "Ai que saudade daquele tibaço de 1712... pelo amor de Deus, esquece isso cara! Cai na real.
Somos um clube mediano. Um time pra ficar no meio da tabela, e pra chegar até as 8as, quiçá 4as de finais da Copa do Brasil. Um clube que até pode beliscar uma Libertadores, mas deve trabalhar para se consolidar na primeira divisão.
Ontem, vendo o jogo na dazn - narração muito boa da mulher cujo nome não sei, e comentários horríveis e em volume baixíssimo do Gil Rocha, como de praxe - não me surpreendi por ouvir vaias ao lateral direito e ao Thiago Lopes.
Você que vaia, acha que adianta? Você deve ser muito infeliz pra ter como única alegria na vida ir ao estádio, pagar estacionamento, enfrentar trânsito, beber cerveja cara e quente só pra destilar seu ódio contra pessoas que não podem se defender dos seus insultos.
Quatro jogos do Barroca, e você já dificulta ao máximo o trabalho do cara queimando e deixando nervosos os jogadores?
Vá ao estádio pra se divertir, pra se descontrair, ou você acha que o Coxa vai jogar o fino da bola, e disputar todos os campeonatos pra ganhar? Você não pode ser tão ingênuo...
Eu não tenho mais tido tempo de ir ao estádio, por isso não pago mais o sócio, não achei meu suado dinheiro no lixo. Não vou pagar R$50,00 só pra poder "ter o direito de vociferar contra tudo e todos, indiscriminadamente.
Faça o mesmo.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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