Ardidas
Ah se a zaga não tivesse falhado tanto lá e aqui...
Ah se a bola de Rui e Leandro tivessem entrado...
Ah se tivéssemos alguém pra pôr no lugar de Ruy e Leandro...
Ah Se tivéssemos Ceará e Juan, que, se não os azes de suas posições são infinitamente melhores que suas reposições...
Ah se Alan Santos, um ligeiramente talentoso dorminhoco, não tivesse ficado olhando Elisson se matando para evitar o primeiro gol...
O time cresceu, é verdade. Mas não basta para jogarmos um brasileiro e uma Copa do Brasil de maneira digna. Se com duas peças a menos, (Juan e Ceará) nosso padrão de jogo caiu a ponto de sermos derrotados pelo medíocre atlético, é claro e óbvio que vamos sofrer nos nacionais.
Eu que sou crítico ferrenho desta direção eleita com promessas falsas e a ajuda de ícones laranjas, acredito que tudo está 10% melhor que no ano passado. Fomos goleados pelo atlético pelo menos, não pelo rebaixado Operário. Ocorre que dez por cento de melhora dessa diretoria não muda em nada o “padrão coxa maior" de qualidade.
É difícil fazer qualquer análise do exército antes que a poeira do campo de batalha baixe. Eu, sinceramente, não sei se demitiria Kleina. Certamente não o teria contratado, mas agora, não sei se o demitiria, sou contra essas decisões abruptas movidas por paixão, pois, geralmente tendem a piorar as coisas.
Outras tantas dúvidas esse time nos gera: O elenco é o máximo que podemos ter com nosso apertado orçamento? Não sei, só a diretoria poderia nos dizer isso, porém sua transparência é tão opaca quanto sua competência. Onde estão os nomes da base, que são escalados apenas no discurso? Haverá contratações pontuais? Serão trazidos reforços de verdade, ou serão feitos apenas negócios ruins pro clube e bons para alguns empresários e terceiros?
O lado bom de tudo isso é que eles estão se enganando e pulando junto no buraco que lhes cavará o enganador Paulo Autuori, nós, sem mascarar o quadro, sabemos que devemos melhorar em qualidade. Aliás, um uniforme lindo, que remonta ao nosso passado de glórias pode ser mais um tiro na culatra dessa diretoria, na medida em que escancara ainda mais nosso penoso e precário presente.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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