Baile de Máscaras
[n]Mea Culpa.[/n] Nós também alimentamos isso, com nosso desespero, nossa carência e nossa necessidade de um salvador da pátria, um fio de esperança e uma tábua de salvação. Foi um belo gol da base, cruzamento de Rafael, penetração de Evandro, ótimo. Ponto final. O jogo foi bom por parte do Coxa, troca de passes, não com muita técnica é verdade, mas com vontade, verticalidade, gana de ganhar o jogo. Provamos que não interessa quem enfrentamos, mas sim quem nossos adversários enfrentam. Não fosse nossa situação ridícula na tabela, o resultado seria normal: empate entre duas tradicionais camisas do futebol, porém, pelo contexto, lamentamos a perda de mais dois pontos em casa. De toda a forma, esse é o Coxa que devemos ver dentro e fora de casa, o meu Coxa D’alma Guerreira!
Cartão amarelo para os “belezas”
Dar poder aos árbitros, figuras conhecidamente ruins profissionalmente e questionáveis moralmente foi arriscado, ainda mais partindo da desmoralizada CBF. Mas o fato é que a medida de não tolerar reclamação, pelo menos por mim, é vista com bons olhos e vem dando resultado. O tempo de bola rolando parece ter aumentado em detrimento das ceras e chiliques dos jogadores.
Se nossos professores da base - que tem o trabalho atrapalhado por assessores, pais, empresários, repórteres, tietes e aspones bajuladores - não conseguem ensinar seus atletas a jogarem de maneira correta, sem escândalo, sem cai-cai, sem rolar no chão pateticamente após qualquer tostão; que eles aprendam na força a respeitar a autoridade. E aos clubes, que punam seus atletas irresponsáveis, marrentos e birrentos, com perdas salariais, pois, o mínimo que se espera de um atleta profissional é conhecer e respeitar o regulamento. É chegada a hora do desmame.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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