“Coxa, coxa doido!”
Quer pelo rendimento baixo de nossos atletas, quer pelas entrevistas e perguntas dirigidas ao nosso treinador após o jogo que faziam menção única e exclusiva ao jogo desta quarta feira, mas principalmente pela importância exígua que a torcida deu a este duelo perdido.
Contudo, a batalha que travamos contra os Bambis aqui em Curitiba pela Copa do Brasil, esta sim está mais viva do que nunca em nossa memória.
Do início ao fim a torcida apoiou, e até mesmo antes do jogo se iniciar, o pensamento positivo e a sinergia entre todos era tal, que simplesmente aparentava mais do que certa a nossa classificação.
Foi o que ocorreu.
E assim será também nesta quarta próxima, pois, pelas filas que já se aglomeraram no Couto, bem como pelas conversas que temos com amigos Coxas, todos estão indo para o jogo na quarta para comemorar e muito.
Às dificuldades do jogo, desde a escalação até a marcação dos gols, não devemos estar alheios. Mas nossa missão maior é apoiar, irrestritamente. E confiar em todos, indistintamente.
Muitos são os adeptos à teoria de que não adianta rezar, porque Deus tem mais o que fazer do que se preocupar com uma final de Copa do Brasil.
Realmente. Mas com relação à fé da torcida em sua postura vibrante, sendo quase que como um 12º jogador (um artilheiro de preferência), bem como em seu time, quase como se estivéssemos todos dentro do gol junto com Vanderlei; desta fé ninguém dúvida.
O trabalho é indiscutível. Merecemos demais este taça, merecemos mais que eles esta taça, e, portanto, assim que ela entrar no Couto não podemos deixá-la sair.
E não sairá!
À IMPÉRIO ALVIVERDE, dedico minhas mais sinceras homenagens, e minha certeza de que puxarão coros sem parar em favor única e exclusivamente do Coritiba, assim como fizeram contra o São Paulo aqui, e contra o próprio Palmeiras no lindo espetáculo dado por nossa torcida em Barueri. E ao restante do estádio, que cante junto com a abnegada organizada. Este é um jogo para assistir em pé, vibrando a todo tempo.
Aos organizadores e contribuintes do Green Hell, meus mais sinceros parabéns e obrigado. Além de mostrar ao Brasil e ao mundo do que nós coxas somos capazes, este inferno fará tremer as bases dos jogadores palmeirenses, que sairão de Curitiba com o honroso vice-campeonato da Copa do Brasil!
À diretoria, aos jogadores e à comissão técnica, meus agradecimentos por darem a este fiel sócio torcedor a chance de pôr seu sistema cardio-vascular à prova, em mais uma final nacional. Uma final desta vez, completa e feliz.
E finalmente, a todos aqueles que assim como eu, já estão na extrema ansiedade, achando que quarta não chega nunca: avisem seus empregadores, clientes, professores que quinta de manha vocês não estudarão nem trabalharão. Pois passarão a madrugada inteira aos gritos, e em carreatas de aclamação pela cidade.
Afinal de contas, O Coritiba é campeão da Copa do Brasil!
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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