F.A.F
Pra quem não sabe, esta foi a frase, oriunda de uma brincadeira atribuída a um gaúcho, que restou impressa nos ingressos da partida de ida do Coxa pela Copa do Brasil. Um trocadilho com a sigla FAF- (Federação Amazonense de Futebol).
Os manauaras ficaram revoltados, o que pode explicar seu surpreendente desempenho naquele jogo.
Esta possível melhora oriunda da irritação dos jogadores do Nacional, no entanto, não mascarou a vergonhosa atuação sofrível do Coritiba. Tão sofrível, que fez nosso treinador, dogmático e conservador ao extremo, perceber, finalmente, que seria impossível manter o esquema de 2011 com as peças de 2012.
O que parecia óbvio para a nação Coxa Branca, bem como para quase a unanimidade dos comentaristas esportivos, Marcelo Oliveira, a quem julgo competente, parecia não ver. Parecia estar de luto, como que ainda sofrendo por não ter superado a perda de seus jogadores e de seu esquema tático, o 4-2-3-1.
Para o bem de todos, parece que a crise foi superada.
Que as novas alternativas colocadas em prática nos últimos jogos sejam mantidas no jogo desta quinta feira contra o Nacional. Que o discurso eterno do “equilibrio, porque não podemos descuidar, um gol complica tudo” não seja pretexto para que quinta feira, 22, vejamos um Verdão acuado e acossado em campo. Sem agilidade e criatividade.
Equilíbrio sim. Retranca não.
Se o futebol amazonense é fraco ou não, não nos deve interessar. O Nacional é um time de futebol que quer a vitória e merece respeito. Mas, com ousadia, determinação. Sem excesso de volantes, e com um esquema tático de acordo com o elenco disponível e que privilegie a criação, certamente faremos nossos compatriotas retornarem eliminados a Manaus com a certeza que CFC significa, além do óbvio, Coxa é Forte em Casa.
SAV!!
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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