Fica Kosloski.
Vimos brilhar a estrela de Kosloski que coloca Victor Luiz improvisado e o cara não só joga bem como volante, como ainda pisa na área e faz o gol.
E, claro, tudo isso, numa virada! Dias atrás quando tomávamos um gol antes do 15 minutos do primeiro tempo ( ainda tomamos, e temos de corrigir isso) a derrota era certeza coletiva. Ontem não. Tomamos o gol e continuamos jogando bola. Fomos pra cima e conseguimos uma vitória ao natural.
E o que dozer de Robson? Um leão. Um monstro. Marcou, preencheu, recompôs, diminuiu, chamou a torcida, correu e ainda marcou um golaço. Mais que merecido! Deu carrinho até no Bruno Gomes...
Luan Polli achei claudicante, e Rodrigo Pinho também, o oposto de Robson no quesito força e competitividade. O Pinho é bom, mas ele não compete. Falta força. Não é que falta vontade. Falta força mesmo.
Manga foi bem, continua 100% em batidas de pênalti. Fransergio estreou bem. Bruno Gomes manteve a regularidade. Jamerson jogou bem também, assim como Henrique e Kusevic. Diogo Batista, piá da base, entrou numa posição que não é a dele e deu conta do recado. Natanael foi Natanael. Kaio entrou e não comprometeu, até conseguiu algumas arrancadas, mas está faltando bola pra ele. Boschilla, bom jogador, porém, bichado. Triste.
Enfim, em um jogo com vários desfalques o desempenho foi ótimo.
Sofremos uma pressão no segundo tempo porque recuamos e o América veio pra cima, mas, ao contrário de jogos anteriores, não nos desesperamos, pelo contrário. Fomos calmos e estratégicos. Soubemos sofrer e na hora H matamos o jogo.
No ano que começamos com 74 opções de médios, ganhamos a primeira em casa com Diogo Batista e Victor Luiz na volância.
Virou o fio. Fica Kosloski.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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