Fica Samir.
Com a entrada de Temer, mesmo sendo vice da infeliz petista, alguns encheram o peito de ar para bradar: "agora vai!"
Nada foi. Na verdade, para mim e muitos que eu conheço a situação só piorou.
A analogia aqui feita é para conter os ânimos dos que pedem a cabeça do atual do presidente, e que sequer perguntam entre si: "´tá, mas se ele sair, quem assume?"
Ponham a mão na consciência e pensem que, se vocês não sabem a resposta é por que querem depor o presidente apenas para se enfastiar no prato frio da vingança.
Alcoviteiros! Vocês acham mesmo que será bom ao clube e ao time, ter o presidente deposto, ou sofrer "intervenção" à essa altura do campeonato?? Como diria o velho Alborguetti: " enfia o dedo no meu r....
Querem ser presidentes? Disputem as eleições. Querem reclamar do atual presidente? Utilizem os meios oficiais, ou protestem na arquibancada que é lugar de torcedor.
Pelo menos aqui no Coxa não tivemos ainda a ideia canalha de invadir CT e pressionar os jogadores, ameaçando-os, como fazem os bandidos, traficantes das organizadas paulistas.
A coisa está ruim, sim, muito ruim. A incompetência é grande, tão grande quanto a ingerência? Sim. Mas tudo sempre, sempre, pode piorar.
Aqueles que aqui me chamam de "puxa-saco", de tiete, e etc., certamente terão nesta coluna uma outra oportunidade de me criticar. Acredito que estes, assim como os que pedem intervenções sem sentido (na política e em seu clube de futebol) sequer leem minhas colunas até esta altura. Criticam por criticar, porque são massa de manobra, levados pela mídia esportiva que agora se refestela e se coloca como representante do torcedor indignado.
Não me representam.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
Ver comentários (60)
