Fica Treecorp
A Treecorp é um mal necessário. Antes de você odiar este texto com todas as suas forças, leia e reflita.
O Coxa, depois de 1985, teve 40 anos de administrações ruins, e lampejos de bom futebol, e times competitivos. Mesmo assim, não ganhamos nada, e vendemos muito mal quem revelamos.
Não há como negar que os dois últimos dois anos foram retumbantes fracassos. Mas todos, sem exceção, inclusive críticos, não negam que hoje a situação financeira e estrutural do clube é melhor que antes. Falta o que? Falta o futebol. Lidar com grana, mkt, ceo’s, softwares, está no DNA da Treecorp, o futebol não.
E o erro maior de Bruno D’ancona e os demais farialaimers foi terem caído no canto de embusteiros como Amodeo, Autuori, entre outros incompetentes que vivem de lampejos de sorte, neste mar de incompetência e amadorismo que é o futebol.
Acertando o futebol, ninguém segura o Coritiba. O que não poderia ter ocorrido foi a propaganda enganosa no momento da votação pela SAF. O que poderia ter sido melhor foi a escolha da empresa administradora dos fundos. Mas agora isso está feito. Passado. O futuro passa por aprender com os erros e não mais cometê-los em 2025.
A Treecorp não ama o Coxa, nenhum jogador ama o Coxa, só nós amamos o Coxa, e ela, quer vender o Coxa o mais rápido possível, e ao melhor preço. É assim que ela ganhará dinheiro. Tirando de lado a teoria conspiratória de que a Treecorp é de fato uma testa de ferro do MCP que existe só para destruir o Coxa, - o que eu não acredito – ela é uma empresa ruim de futebol. Que viu uma oportunidade de negócio, dirigentes com o pires na mão, e foi pra cima. Agora tá vendo que administrar futebol não é o mesmo que administrar imobiliárias, consórcios, ou redes de pet shop.
Ainda sim a Treecorp me dá mais esperança que Gionedes, Jamil, Vilson, Jacob Mehl e quaisquer outros desses que mais se atrapalham que ajudam. Treecorp, faça o seu, cuide das finanças, faça o CT, o Estádio, mas pelo amor de Deus, delegue o futebol a quem entende, é aí que vocês precisam dar resultado no curto prazo. Contratem e paguem um treinador de verdade, contratem e paguem um Executivo de Futebol. Busquem fora, Inovem! Vocês sabem que profissionais bons custam caro! Então, gastem!
Ter o DNA do Coritiba ao longo dos últimos 40 anos não ajudou em nada. Todos se revezaram no poder, alternando séries de incontáveis fracassos. E não nos esqueçamos que nós votamos pela SAF justamente para nos livrarmos dos dirigentes amadores. Será que agora, em apenas 2 anos, contra 40 de incompetência comprovada, vamos desistir da Treecorp e do modelo SAF?
Fica Treecorp! Até porque, todos os investidores coxas, ex-presidentes, todos estes que defendem a Treecorp, dizem também que não leram o contrato. Vocês confiam em dirigentes que dizem, ou que de fato vendem um clube, ou investem milhões sem ler o contrato. Eu não! Melhor confiar na Treecorp, cuja incompetência é provável, mas ainda não confirmada.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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