Futebol no SBT?
Mas esse post não é apenas para dizer que estou ansioso para assistir essa transmissão por uma emissora sem qualquer know-how e experiência recente no ramo, e sim para debater algo bem mais sério: a reacomodação de forças no futebol brasileiro.
O streaming revolucionou o modo como vemos filmes e Empresas como DAZN, entre outras, já alteram o modo como vemos futebol e outros esportes. Os próprios programas esportivos "de rádio", não são mais apenas de rádio, mas também de facebook, instagram, youtube e etc.
A dupla atletiba já esteve na vanguarda desse movimento, lembram? Me refiro àquele Atletiba via Youtube, que, quase fez eclodir um novo Contestado.
Se antes era só na Globo, no rádio, de vez em quando na Band, agora são inúmeras as opções de transmissão e esse cenário de mudança não pode passar desapercebido de clubes que pretendem seguir vivos nas principais ligas.
O que mais mudará? Será que os clubes optarão por contratar empresas e transmitir seus jogos por suas próprias plataformas? Será que isso aumentará o valor com patrocínios? Será o fim dos grandes monopólios do espetáculo futebol?
Aos novos postulantes a presidente do CFC, devem ser feitas essas perguntas, e outras mais como:
a) como serão nossos contratos de transmissão dos jogos? b) temos como negociar ou estamos presos por conta de adiantamentos anteriores? c) seguiremos com a imprensa tradicional, ou apostaremos nas mídias internas, TV Coxa, radio oficial e etc?
O futebol e o modo como ele chega ao grande público está mudando diante dos nossos olhos. O próximo dirigente tem de saber responder claramente todas essas questões e estar atento a este movimento.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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