Grupo fechado, treinador prestigiado
Que por sua vez fechou-se com Pacheco e Sandro Forner.
O grupo manteve-se fechado com Argel Fucks, tendo se rebelado em partes apenas com Carpegiani, ainda na série A.
Mas o que faz um grupo de jogadores "fechar-se" com seu treinador? Pensemos com exemplos.
O grupo do CAM estava fechado com o Levir. O Grupo do Flamengo demonstrava abertamente que estava fechado com Abel, como também o grupo dos comandados por Diniz no cap.
O Palmeiras de Roger, o Corinthians de Osmar Loss e Jairzinhoinho.
Qual a coincidência entre todos esses treinadores? O Fracasso.
Só ouvimos declarações de "grupo fechado","é muito trabalho", "todos merecem, porque tem brio", quando o fracasso está batendo à porta.
É fácil de entender isso pelo simples fato de que time que joga bem não deve nada ao treinador, que por sua vez não deve nada aos atletas que ficam também sem débito com a torcida. Não há necessidade de "rasgação" de seda interna ou externa
A bola fala por si, o discurso se dá no campo, por tabela, ultrapassagem, passes rápidos e gols.
No atual Coxa, nem Louzer é um gênio com um grupo física e intelectualmente limitado, nem o grupo limitado tem um chefe que tira o melhor de sua equipe, como faz San Paoli no Santos, por exemplo. Ambas as alternativas estão corretas.
Mas não posso deixar de admitir que embora a teimosia seja perigosa, a mesma tradicional solução de demissão sem planejamento e plano B viável, seria tão inócua quanto.
Espero, polianamente, que a coisa engrene, mas, já é legitimo perguntar: Saindo Louzer e Pastana, quem viria?
Ps. Segue abaixo um link interessante com lista de técnicos brasileiros na fila do seguro desemprego.
https://www.transfermarkt.pt/trainer/verfuegbaretrainer/statistik/?statistik=26&plus=0
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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