Guto deveria sair.
O Coritiba conseguiu a muito custo manter-se na Série A e o trabalho de Guto não deve ser desmerecido. Aliás, nem é pelo trabalho dele que eu acho que ele não deve ficar, é pela falta de repertório e de condições de fazer algo diferente. Guto é representante de uma classe de treinadores limitados, tal qual Adilson Batista, Argel Fucks, entre tantos outros que, passadas algumas rodadas de motivação, nada mais têm a oferecer.
Até mesmo as entrevistas de Guto são enfadonhas, até grosseiras em alguns pontos. Por mais que eu repudie e tenha asco de boa parte da imprensa futebolística, o cara que se senta pra dar entrevista tem de falar muito mais do que Guto fala. Guto me parece treinador boleiro, e o futebol de hoje requer pelo menos um boleiro que estude. Ou um estudioso que saiba falar a língua da boleiragem.
Sim, eu sei que Guto tem contrato até o final de 2023, mas isso nunca impediu de demitirmos jogadores e treinadores antes. Multa por multa, que se pague a de Guto e se recorra a alguém melhor. Sabemos que nossos jogadores serão medianos, e que não teremos um time primoroso no quesito técnico. Deste modo, seria preciso alguém com mais capacidade, e mais formas de tirar leite dessa pedreira. E esse cara não me parece ser o Guto.
Não devemos fazer estripulias ou contratações bombásticas, muito menos renovar com Régis, entre outros que PRECISAM ir embora para ontem. Mas o treinador é uma função para a qual, fosse eu membro do G5, abriria um pouco a mão para contratar. De preferência um estrangeiro, porque, se for pra trazer algum outro brasileiro, deixa o Guto mesmo, porque seria trocar seis por meia Dúzia.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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