Harry Pottker
O título refere-se ao mago argentino, mas já puxando para nossa realidade: o início de uma nova temporada, saída e chegada de jogadores e um novo treinador. Pottker, que de mágico não tem nada, pode ser útil Mas seu histórico gera mais dúvidas que certezas. Para além do atacante, o Coxa anunciou a venda de Thalisson e as renovações do lateral direito Diogo, do meia Geovane Meurer e do atacante Lucas Ronier. Promessas que devem ser postas à prova no ruralzão.
A contratação de maior impacto certamente foi a do treinador Antônio Oliveira. Acertadamente a diretoria demitiu Guto, limitadíssimo e incapaz de gerir um time do tamanho do Coritiba, e trouxe alguém que julgo mais preparado e com melhor repertório para a disputa da acirradíssima Série A de 2023.
Concordo em partes com os que pensam estar o Coxa indo devagar demais nas contratações, pois, é necessário que o novo treinador conheça o que temos, avalie, e peça eventuais reforços de acordo com o estilo de jogo que pretende implantar. O mercado está aquecido, e é o momento de os empresários lucrarem, por isso toda a cautela é necessária para não comprarmos gatos por Régis.
Antônio Oliveira, pelo Athlético, teve 21 vitórias, sete empates e 12 derrotas em 40 jogos. Pelo Cuiabá, o mister somou 8 vitórias, 12 derrotas e 9 empates, mantendo o time do centro-oeste na primeira divisão do futebol brasileiro. Esperamos dele, em primeiro lugar, a montagem de um time forte, compacto e veloz na recomposição; com jogadas ensaiadas, e variações táticas capazes de fazer frente aos elencos da elite. Se o objetivo de 2022 era manter o time na série A a qualquer custo, o de 2023 é manter o time na primeira divisão sem sustos e quem sabe beliscar uma sul-americana.
Sigam me os bons! @fernandoschumakmelo
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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