Jogo bom, resultado justo.
Entre as coisas boas percebi um Walisson Maia monstro/mito. Não perdeu uma bola, deu carrinhos certeiros e foi eleito pelos comentaristas da referida rádio, com méritos, o melhor do jogo. Antecipar-se às jogadas e não perder o tempo de bola num campo encharcado como o de ontem é muito difícil, e ele o fez com perfeição. João Paulo voltou bem, aplicado, errou alguns passes, mas nada que prejudicasse a defesa. Alan Santos, o destaque da meia cancha, só não fez o gol, um pecado pois merecia e muito ter feito o gol da vitória.
Percebi um Marcelo Oliveira atuante, que percebendo o desgaste dos atletas do meio, recompôs o setor com Anderson, depois Filigrana e Berola. Estes dois, sobre tudo Fili, entraram bem e quase abriram o marcador para colocar números definitivos à partida já em seu fim.
Notei um público bom apesar do castigo que a chuva impunha e da data e hora da partida: o horário menos nobre do futebol brasileiro. Percebi, enfim, dois grandes times de dois grandes e históricos clubes que se doaram ao máximo, que foram ao limite de suas forças físicas e técnicas, que lutaram mais de noventa minutos contra o adversário e contra o implacável clima de Curitiba. Porém, se algum time mereceu um pouco mais a vitória, esse time foi o nosso. Só não vencemos por conta da trave e de Vanderlei, um dos melhores goleiros do futebol brasileiro.
Empatar em casa nunca é bom, mas no fim das contas, somamos um ponto.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
Ver comentários (9)
