O Coritiba sendo posto em seu lugar
E digo mais: o quanto antes percebermos isso, antes poderemos nos blindar de aventureiros e incompetentes que de 3 em 3 anos tomam conta do nosso clube, e poderemos então estabelecer um verdadeiro planejamento.
E se você já está pensando em cancelar seu sócio reativado após essas seis rodadas sem vitória, não tenha dúvida, vá lá e cancele! Se torne novamente um inadimplente, um incrédulo cuspidor de razões. O Coritiba não precisa de torcedores de ocasião como você.
A Carta do Petraglia ao Bacellar.
Um pulha dialogando com um estupor. O primeiro tem movimentado o segundo como uma marionete desde que Alex, Guerra, Medina e os demais abandonaram a nau Bacellar que vinha comendo – e lambendo os beiços - as migalhas que Tio Pet lhe joga.
Agora que o Coxa deu uma engrenada e que gozava de um pouco mais de popularidade, Bacellar volta a fazer o papel de Cartola brasileiro, e, acometido da síndrome do pequeno poder descumpre o suposto contrato que havia feito.
Trata-se de uma briga mesquinha, ridícula, verdadeira cortina de fumaça e pirotecnia para abafar as vergonhas dos clubes, as incompetências das diretorias e nos tornar mais uma vez chacota nacional.
Nenhum dos dois clubes tem nada para se orgulhar, são como dois porcos competindo para ver quem fede menos.
O Atlético hoje está, em estrutura, finanças e patrimônio, anos luz à frente do Coritiba, porém, tudo construído com roubalheira e desvio de verba pública. O Coxa, apesar de estar com as mãos limpas por não ter pego o bonde sujo da copa, patina na lama deixada pelas carruagens dos nobres que oscilam entre o calabouço do conselho e o palácio administrativo.
Mas ao invés de discutirmos o assunto com a propriedade que ele merece, a postura da nossa diretoria, infelizmente, é festejada por grande parte da torcida alviverde, numa clara demonstração do quão pequeno são nossos sonhos e quão pouco é preciso para um político nos conquistar.
Se o time vai mal, basta o cartola jogar para torcida. Não basta para mim.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
Ver comentários (12)
