O nosso campeonato. Turno II.
Dei uma de torcedor e sonhei, e me vi acordar em um pesadelo com a lesão de Andrey. Será possível que tenhamos tanto azar, e perder o melhor reforço que pudemos contratar? O goleiro novo chega e se machuca. É macumba, trabalho, encanto, uruca. Algumas contratações não parecem, entretanto, terem sido acertadas. Mas sim tardias, em janelas mal pensadas e arriscadas. Além de William Farias, o melhor tática, espiritual e tecnicamente, falta em nossa meia cancha, uma mente. Temos pontas, finalizadores, mas carecemos de criadores. O problema, ao meu ver, não é pessoal ou invdividual e não dever ser assim tratado. Ou não demitimos em anos anteriores, vários treinadores, e mesmo assim acabamos rebaixados?
A situação está difícil, e precisamos de muita paciência. Ganhar todas dentro de casa, empatar e até perder fora com inteligência. Vai enfrentar o Palmeiras no Allianz Parque , por exemplo, levar o time titular pra que? Leva os reservas e deixa o imponderável sobrenatural acontecer. Atletiba, Goias fora, e outros tantos jogos sem sorte. Perdemos jogando melhor, é duro. Não há justiça nesse esporte. Há dinheiro, investimento, planejamento, mas isso é caro, difícil e leva tempo. Vai ser daquele jeito: com a chuteira no bico do coração. Precisamos de todos, motivados, engajados, sem exceção. Não deu pra viver só de Igor, paixão.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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