Oi bate o pé, bate o pé, bate o pé...
Para a arbitragem estadual, Coxa e Atlético são como Corinthians e Flamengo para os árbitros nacionais, ou seja, se a arbitragem errar, vai errar a nosso favor. Isso é fato! A atitude destemperada do mister atrapalha o seu trabalho, bota pilha nos jogadores - que já são mais descontrolados por estarem no calor do jogo - e fomenta a inquietude do torcedor contra o time e contra ele próprio.
De nada adianta o discurso da diretoria de calma, de formação do elenco, se o comandante em chefe da equipe se comporta como um pirracento que está disputando final de libertadores. O líder de qualquer equipe, dentro e fora do futebol, tem de demonstrar segurança e frieza. Tem de transparecer aos jogadores que tudo está bem, mesmo quando não está. Isto não significa que não possa ficar nervoso, ou fazer cobranças mais duras e incisivas dos seus atletas e do trio de arbitragem. A questão é como e quando fazê-las. Ao tomar três cartões num campeonato em que o Coxa é amplamente favorito, conta com quatro vitórias e cujo título não signifca nada para a maioria dos torcedores, eu incluso, dá o treinador sinais de destempero e coloca sua capacidade de adminsitração de crises e elenco em cheque.
Em sua passagem pelo co-irmão, Antonio Oliveira também colecionou expulsões e chiliques. Suas coletivas por diversas vezes, segundo os próprios torcedores atleticanos, passavam do ponto. Por isso teve sua saída muito comemorada, não havia mais clima para sua permanência. No Cuiabá, em breve pesquisa na internet, descobrimos que foi expulso pelo menos uma vez.
Enfim, o Coritiba até aqui tem feito diversos testes, com várias formações (ou nem tanto), mas principalmente com peças diferentes. Precisamos, sim, é verdade, de mais alguns reforços, mas com o time que tem em mãos dá pra montar uma equipe no mínimo coesa e competitiva. Por isso repito: mister, preocupe-se menos com a arbitragem e mais com a sua equipe. Menos chilique e mais trabalho.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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