Os três patetas
Sai de cena com a deixa para o "SIOU", que desmente o discurso anterior, divagando sobre a crise financeira mundial, culpando os separatistas ucranianos e o Isis por conta de nossa falência técnica, financeira, mais uma vez colocando a culpa nos sócios.
Qual a diferença desta nossa direção e de um governo que justifica sua incompetência, negligência, na falta de recursos, e, mesmo oferecendo um serviço (time) de péssima qualidade, ainda propõe com a maior cara de pau, sem vergonha, o ressurgimento das trevas da CPMF?
O Barbarossa chega ao palco, tal qual Bolívar e seu exército, desbravando a América do Sul, com mais latinos em sua volta que a Shakira. Desconhecidos, velhos, apostas para um jogo já perdido. Será que seu salário também atrasou?
Mas e o Shemp? Vocês devem estar pensando. O substituto do Curly? Esse é o papel menos importante, decorativo, interpretado com maestria pela senil rainha da Inglaterra. Uma ilustre figurante.
Dizem que por conta do Paraná ser time de categoria B, numa escala criada pelo nosso competentíssimo setor administrativo, os ingressos serão mais baratos. Sorte deles que o Coxa não está nessa escala, pois seria categoria D, E, ou pior, e nós seríamos pagos para estar lá vendo o Stand Up de mau gosto. Aliás, que clube que se respeita, cobra mais caro ou mais barato de acordo com o adversário? O Coritiba dessa Coxa Maior é uma meretriz que cobra de acordo com a cara do freguês.
Cadê a Império? A essa altura uma torcida de verdade, de respeito, com culhão, já teria se prostrado na frente da administração ou do CT cobrando postura. Onde estão as associações de torcedores? Confrarias de ex-atletas? Conselheiros? Vocês estão satisfeitos?
Além do estelionato eleitoral, dos showmícios e comícios recheados de vedetes, das mentiras, desvios para campanhas, briga de piás de prédio no play, enfim... além de tudo isso, essa diretoria vem desrespeitando todas regras do bom senso, do estatuto, ignorando seus deveres e diretrizes, e jogando na lama a nossa história, construída por gente de bem como Krüger que teve sua homenagem ofuscada pela notícia do motim dos atletas. Motim justo, diga-se de passagem. Eu não trabalho se não me pagam.
Renúncias não adiantam nada eis que a estrutura arcaica permitirá que novos aproveitadores aventureiros mamem nessa teta. Para mudar pretendo organizar uma comissão de estudo do Estatuto e dos Regimentos, para propor uma mudança real e verdadeira. É preciso fazer um estudo completo, para evitar sermos pegos por brechas conhecidas de cor pelos velhacos que lá habitam. Isso, claro, demanda tempo, esforço, por isso convido a quem quiser participar desse resgate coxa-branca me mande um e-mail. É preciso fazer algo.
PS. Quando digo patetas, não quero ofender os grandes comediantes do passado, até porque a alcunha não serve aos nossos estadistas, que de patetas não tem nada. O Coxa tem catorze mil patetas pagantes, e mais um milhão de outros sofredores.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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