Plantão Coritiba no ar!
Dezenas de milhares de pilotos cumprem suas funções diariamente com sucesso, levantando e pousando aviões, mas essa sensacional porcentagem de sucesso jamais terá a repercussão midiática de um erro gerador de desastre. Desse 0.0005% dos vôos, (os mal sucedidos) faz-se tempestade o copo de água transborda notícias, especiais, documentários, séries a fim de responder a pergunta que a ninguém interesse: foi falha humana ou mecânica? Durante esse intenso e infindável debate, alguns jornais são vendidos e cotas publicitárias também, afinal os bastiões da democracia e da liberdade também devem lucrar.
O coxa, sua queda e as sucessivas falhas humanas de seus comandantes viraram mina de ouro nas mãos e bocas dos microfones indomáveis. Suportados pela torcida mais chata do sul do mundo, lucram desnudando nossas vergonhas.
Mas até quando?
Até que deixemos de ouvi-los!
Rebele-se contra a ditadura monopolista, opressora e difamante da informação.
Eles não nos ajudam, mas sim atrapalham e muito fomentando a tragédia e jogando sal na ferida purulenta. Não precisamos de entendidos para nos contar as obviedades alviverdes.
Sobre o jogo de ontem, o coxa jogou bem. Esbarrou nas próprias limitações de um elenco caro e mal montado por um presidente irresponsável e desinteressado, e vices e diretores analfabetos em futebol. Cidadãos que não sabem nem fazer falcatrua, ou não tem um pingo de vergonha na cara, como no ridículo caso dos contratados obesos.
O galo, muito mais qualificado, jogou mal, levou sorte e ajudado por nossas falhas e pelas qualidades individuais de jogadores decisivos, venceu. É essa injustiça que faz do futebol o que é.
Se a situação é espinhosa? Claro que sim. Mas torcer para o coxa não é um fardo nem nunca será. É um prazer e uma honra!
Se você tem dúvidas disso talvez deva ir torcer pro Corinthians, que tudo pode e todo mundo vê, quarta e domingo na TV. O Coritiba não sentirá a sua falta!
Quer fazer algo pelo coxa, não esqueça de todo esse sofrimento que está sentindo agora, pra na hora H, em 2017 você não cagar de novo dentro da urna.
Até lá apoie, grite e vista a camisa da instituição. Esses que nos Comandam hoje passarão e morrerão..., a instituição jamais! A não ser que você continue a jogar terra na cova que insistem em nos cavar.
Seria bom se os ilustres meninos de ouro que nos deram renunciassem, mas não o farão pois são cínicos e convencidos de suas razões como Cunha e outros tantos. Sabem que estão protegidos por uma estrutura e por membros tão podres quanto eles.
Em resumo, nós temos de ser realistas, críticos, céticos, mas acima de tudo temos de ser torcedores.
Sobre o autor
Ao chegar em Curitiba em 1973, o migrante Otacílio Pereira Melo, oriundo de Guanambi-BA, poderia ter escolhido qualquer time para torcer. Mas o Campeão Paranaense e do torneio do Povo daquele ano, que tinha em seu elenco Aladim, Jairo, Zé Roberto, além de capitão Hidalgo, o escolheu primeiro. Nascia uma história de amor.
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
E por conta desse amor, graças aos deuses do futebol o autor também não teve escolha. Sua primeira foto, logo na saída da maternidade, é com um “TIP TOP” do Verdão. O Título de campeão brasileiro veio quando ainda se quer podia andar, mas ao por pela primeira vez os pezinhos no Couto, entendeu o porquê de toda aquela paixão e respeito de seu pai pelo Coritiba.
E assim Fernando Schumak Melo cresceu, comendo pipoca e descascando amendoim – velhos tempos - no Couto Pereira, aprendendo a entender e amar o Coritiba e o mais apaixonante esporte de todos: o futebol.
Hoje, o advogado formado pela Direito de Curitiba, especialista em processo civil pela PUCPR, mestrando em Ci?ncia Pol?tica pela UFPR, sócio fundador do escritório Schumak & Luz, músico, guitarrista amante do rock’n’roll, marido da Camila, filho da Rosely, continua e continuará ao lado do Glorioso, seguindo sempre os ensinamentos do velho migrante: “Torça em primeiro lugar, depois reclame!”
Sobre o blog
O presente Blog é feito de textos, opiniões e debates frutos da luta constante entre a razão e a emoção. Razão que tenta explicar e compreender o futebol com argumentos ponderados, estatísticos, lógicos; enquanto a emoção simplesmente quer gritar, rir e pular nas vitórias, chorar nas derrotas, sem qualquer preocupação com o motivo, o contexto, ou a justiça do resultado. Que vê qualquer jogo que passa na T.V., que assiste todos os programas esportivos, que ama o futebol e ainda mais o Verdão, que suporta um turbilhão de emoções por conta do que alguns consideram apenas um simples jogo e ainda consegue justificar racionalmente este sofrimento: este Blog é pra Você!
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